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domingo, 21 de janeiro de 2024

PROTOCOLO 31.724.234.567 – 2024 BIOLOGIA DO CÂNCER. ESTUDO DE CASO – DADOS PARA ESTUDOS ACADÊMICOS DE PESQUISA EM ONCOLOGIA. Professor César AUGUSTO Venâncio da Silva – Especialista.

 

PROTOCOLO 31.724.234.567 – 2024

BIOLOGIA DO CÂNCER.

ESTUDO DE CASO – DADOS PARA ESTUDOS  ACADÊMICOS DE PESQUISA EM ONCOLOGIA.

Professor César AUGUSTO Venâncio da Silva – Especialista.

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ESTUDO DO CASO.

PROTOCOLO DE PESQUISA: ESTUDO DE CASO PRT 31.706.007 - 2024. OBJETIVO: INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DE UM CASO DE "NEOPLASIA". PNEUMOLOGIA. PLEURA”. https://oncologiabio.blogspot.com/

Conforme relatado o presente estudo é uma estratégia de pesquisa científica que analisa fenômeno apresentado, atual e em seu contexto real e as variáveis que o influenciam. Trata-se de um estudo intensivo e sistemático sobre uma intervenção denominada “Pleurodese”. E os resultados posteriores em face dos produtos biológicos retirados para análise patológica, etc..

ESTUDO DE CASO. 

A.    EXAMES IMUNO HISTOQUÍMICO

B.     RAIOS-X TORAX PA EM DERRAME PLEURAL.

C.     PO TARDIO PLEURODESE ESQUERDA.

D.    TOMOGRAFIA DO TÓRAX  COM CONTRASTE

E.     PO PLEURAL METASTÁTICO COM INDICAÇÃO: PO TARDIO PLEURODESE ESQUERDA.

F.      FARMACOLOGIA CLÍNICA: CELESTAMINE.

G.    PATOLOGIA &. CITOPATOLOGIA.  

H.    ANÁLISES CLÍNICAS.

I.       Natureza e sede do material realizado.

J.       Biopsia pleural.

K.    Informações clínicas disponibilizadas.

L.     Derrame pleural associado a Nódulos pleurais.  

M.   Descrição macroscópica.

N.    Diversos fragmentos gelatinosos amarronzados irregulares e firmes, medindo 4 x 3,5 centímetros

O.    Descrição microscópica e parecer da médica patologista que firmou o  laudo.  

P.      Neoplasia fuso celular  a esclarecer.

Q.    Proliferação de células ovoides e fusiformes curtas de bordas indistintas e vasculatura ramificada com estroma hialinizado associado a áreas mixoides, formando arranjos nodulares.

R.     Necrose ausente.

S.      Invasão angiovascular não detectada.

T.      ANÁLISES CLÍNICAS – II.

U.    Na analises clínicas se sugere. Estudo imuno-histoquímico para definição dos componentes celulares descritos.

a.       No grupo de estudo da Oncologia se sugere como painel inicial de propositura.

1.2   ACTINA DE MÚSCULO LISO.

1.3   DESMINA.

1.4   CD34.

1.5   S100.

1.6   CD31.

1.7   CD99.

1.8   STAT6.

BASE DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA PARA ESTUDOS DE PESQUISAS NO CONTEXTO DOS ESTUDOS DA BIOLOGIA DO CÂNCER.

 

1. DiBonito L, Falconieri G, Colautti I, Bonifacio D, Dudine S. The positive pleural effusion. A retrospective study of cytopathologic diagnoses with autopsy confirmation. Acta Cytol. 1992;36(3):329-32.

2. Light RW, editor. Pleural diseases. 3rd ed. Baltimore: Williams & Wilkins; 1995.

3. Varga FS, Teixeira LR, Marchi E. Derrame pleural. 4a ed. São Paulo: Roca; 2004.

4. Genc O, Petrou M, Ladas G, Goldstraw P. The long-term morbidity of pleuroperitoneal shunts in the management of recurrent malignant effusions. Eur J Cardiothorac Surg. 2000;18(2):143-6.

5. Vargas FS, Teixeira LR. Pleural malignancies. Curr Opin Pulm Med. 1996;2(4):335-40.

6. Dikensoy O, Light RW. Alternative widely available, inexpensive agents for pleurodesis. Curr Opin Pulm Med. 2005;11(4):340-4.

7. de Campos JR, Vargas FS, de Campos Werebe E, Cardoso P, Teixeira LR, Jatene FB, et al. Thoracoscopy talc poudrage: a 15-year experience. Chest. 2001;119(3):801-6.

8. Webb WR, Ozmen V, Moulder PV, Shabahang B, Breaux J. Iodized talc pleurodesis for the treatment of pleural effusions. J Thorac Cardiovasc Surg. 1992;103(5):881-5; discussion 885-6.

9. Marrazzo A, Noto A, Casa L, Taormina P, Lo Gerfo D, David M, et al. Video-thoracoscopic surgical pleurodesis in the management of malignant pleural effusion: the importance of an early intervention. J Pain Symptom Manage. 2005l;30(1):75-9.

10. Crnjac A, Sok M, Kamenik M. Impact of pleural effusion pH on the efficacy of thoracoscopic mechanical pleurodesis in patients with breast carcinoma. Eur J Cardiothorac Surg. 2004;26(2):432-6.

11. Shaw P, Agarwal R. Pleurodesis for malignant pleural effusions. Cochrane Database Syst Rev. 2004;(1):CD002916. Comment in: ACP J Club. 2004;141(2):43.

12. Dresler CM, Olak J, Herndon JE 2nd, Richards WG, Scalzetti E, Fleishman SB, Kernstine KH, Demmy T, Jablons DM, Kohman L, Daniel TM, Haasler GB, Sugarbaker DJ; Cooperative Groups Cancer and Leukemia Group B; Eastern Cooperative Oncology Group; North Central Cooperative Oncology Group; Radiation Therapy Oncology Group. Phase III intergroup study of talc poudrage vs talc slurry sclerosis for malignant pleural effusion. Chest. 2005;127(3):909-15.

13. Rehse DH, Aye RW, Florence MG. Respiratory failure following talc pleurodesis. Am J Surg. 1999;177(5):437-40.

14. Maskell NA, Lee YC, Gleeson FV, Hedley EL, Pengelly G, Davies RJ. Randomized trials describing lung inflammation after pleurodesis with talc of varying particle size. Am J Respir Crit Care Med. 2004;170(4):377-82.

15. Paschoalini MS, Vargas FS, Marchi E, Pereira JR, Jatene FB, Antonangelo L, et al. Prospective randomized trial of silver nitrate vs talc slurry in pleurodesis for symptomatic malignant pleural effusions. Chest. 2005;128(2):684-9.

16. Vargas FS, Antonangelo L, Capelozzi V, Vaz MA, Genofre EH, Marchi E, et al. Lung damage in experimental pleurodesis induced by silver nitrate or talc: 1-year follow-up. Chest. 2002;122(6):2122-6.

17. Sartori S, Tassinari D, Ceccotti P, Tombesi P, Nielsen I, Trevisani L, et al. Prospective randomized trial of intrapleural bleomycin versus interferon alfa-2b via ultrasound-guided small-bore chest tube in the palliative treatment of malignant pleural effusions. J Clin Oncol. 2004;22(7):1228-33.

18. Ren S, Terman DS, Bohach G, Silvers A, Hansen C, Colt H, et al. Intrapleural staphylococcal superantigen induces resolution of malignant pleural effusions and a survival benefit in non-small cell lung cancer. Chest. 2004;126(5):1529-39.

19. Gary Lee YC, Teixeira LR, Devin CJ, Vaz MA, Vargas FS, Thompson PJ, et al. Transforming growth factor-beta2 induces pleurodesis significantly faster than talc. Am J Respir Crit Care Med. 2001;163(3 Pt 1):640-4.

20. Clemensten P, Evald T, Grode G, Hansen M, Krag Jacobsen G, Faurschou P. Treatment of malignant pleural effusion: pleurodesis using a small percutaneous catheter. A prospective randomised study. Respir Med. 1998;92(3):593-6.

21. Yildirim E, Dural K, Yazkan R, Zengin N, Yildirim D, Gunal N, et al. Rapid pleurodesis in symptomatic malignant pleural effusion. Eur J Cardiothorac Surg. 2005;27(1):19-22.

II - Prologo. BIOLOGIA DO CÂNCER. ESTUDO DE CASO – DADOS PARA ESTUDOS ACADÊMICOS DE PESQUISA EM ONCOLOGIA. PARTE I

 II - Prologo.

Considerando que as atividades de pesquisador requer estudar, compreender e desenvolver estratégicas para logística operacional se apresenta o presente PRIMEIRO ESTUDO DE CASO.  Nos termos: “PROTOCOLO DE PESQUISA: ESTUDO DE CASO PRT 31.706.007 - 2024. OBJETIVO: INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DE UM CASO DE "NEOPLASIA". PNEUMOLOGIA. PLEURA”. https://oncologiabio.blogspot.com/

BIOLOGIA DO CÂNCER.

ESTUDO DE CASO – DADOS PARA ESTUDOS  ACADÊMICOS DE PESQUISA EM ONCOLOGIA.

Professor César AUGUSTO Venâncio da Silva – Especialista.

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https://issuu.com/cesaraugustovenanciodasilva

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ESTUDO DE CASO.  EXAMES IMUNO HISTOQUÍMICO (A). RAIOS-X TORAX PA 0204030170. PO TARDIO PLEURODESE ESQUERDA. TOMOGRAFIA DO TÓRAX  COM CONTRASTE – 0206020031. PO PLEURAL METASTÁTICO COM INDICAÇÃO: PO TARDIO PLEURODESE ESQUERDA-FARMACOLOGIA CLÍNICA: CELESTAMINE. EXISTE DIABETE: SIM.... NÃO...... EXISTINDO: SUSPENDER METFORMINA 2 DIAS ANTES E NÃO USAR DOIS DIAS DEPOIS. PATOLOGIA CIRÚRGICA. CITOPATOLOGIA.  Natureza e sede do material realizado. - Biopsia pleural. Informações clínicas disponibilizadas. Derrame pleural associado a Nódulos pleurais.  Descrição macroscópica. Diversos fragmentos gelatinosos amarronzados irregulares e firmes, medindo 4 x 3,5 centímetros(2csr. Descrição microscópica e parecer da médica patologista que firmou o  laudo.  Neoplasia fuso celular  a esclarecer. Proliferação de células ovoides e fusiformes curtas de bordas indistintas e vasculatura ramificada com estroma hialinizado associado a áreas mixoides, formando arranjos nodulares. Necrose ausente. Invasão angiovascular não detectada. Na analises clínicas se sugere. Estudo imuno-histoquímico para definição dos componentes celulares descritos. 1.1   No grupo de estudo da Oncologia se sugere como painel inicial de propositura. 1.2   ACTINA DE MÚSCULO LISO. 1.3   DESMINA. 1.4   CD34. 1.5   S100. 1.6   CD31. 1.7   CD99. 1.8   STAT6. BASE DE REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA PARA ESTUDOS DE PESQUISAS NO CONTEXTO DOS ESTUDOS DA BIOLOGIA DO CÂNCER.

 

 

ESTUDO DO CASO.

PROTOCOLO DE PESQUISA: ESTUDO DE CASO PRT 31.706.007 - 2024. OBJETIVO: INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA DE UM CASO DE "NEOPLASIA". PNEUMOLOGIA. PLEURA”. https://oncologiabio.blogspot.com/

Conforme relatado o presente estudo é uma estratégia de pesquisa científica que analisa fenômeno apresentado, atual e em seu contexto real e as variáveis que o influenciam. Trata-se de um estudo intensivo e sistemático sobre uma intervenção denominada “Pleurodese”. E os resultados posteriores em face dos produtos biológicos retirados para análise patológica, etc..

I - ANÁLISES PRELIMINARES.

1.1  – PLEURODESE.

A Pleurodese é um procedimento médico invasivo que tem como objetivo eliminar o espaço pleural, que corresponde ao espaço localizado entre as duas membranas que revestem o pulmão, evitando o acúmulo de líquidos e/ou ar nessa região, o que pode interferir diretamente na respiração, podendo colocar em risco a integridade física do paciente e colocar sua vida em risco.

Objetivamente a pleurodese busca prevenir a ocorrência de derrame pleural e pneumotórax, que são situações em que há dificuldade para respirar, dor no peito e tosse, por exemplo.

No caso do derrame pleural, há acúmulo de líquidos no espaço pleural, que é o espaço entre o pulmão e a membrana externa que recobre esse órgão, enquanto que o pneumotórax acontece quando o ar que deveria estar no pulmão, escapa para o espaço pleural e fica entre os pulmões e a parede torácica, aumentando a pressão sobre esse órgão e resultando nos sintomas.

 

Podemos declarar que a pleurodese torna-se ato cirúrgico com o objetivo de promover a eliminação do espaço pleural, evitando o acúmulo de líquidos ou presença de ar no espaço pleural, sendo então possível prevenir a recorrência dessas situações.

PROTOCOLO 31.722.081-2024 - PNEUMOLOGIA - BASES PARA A I - Introdução. Disciplina: Metodologia para Estudo de Caso em Ciências da Saúde I Estudo de Caso

 

I - Introdução.

Disciplina: Metodologia para Estudo de Caso em Ciências da Saúde I

Estudo de Caso

PROTOCOLO 31.722.081-2024

 A proposta desta disciplina a ser ministrada como atividade complementar se justifica em função da relevância da formação do Mestrando e Doutorando, e no caso presente, se direciona a formação científica do especializando em Oncologia, Hematologia e Análises Clínicas.

Assim, a título de introdução se fundamenta que essa Unidade de Aprendizagem deve apresentar conteúdos que permitirá a compreensão sobre a elaboração de um projeto de pesquisa, atendendo o rigor científico. Neste sentido, no decorrer dos estudos o mestrando, doutorando e especializando se apropriará de novos conhecimentos, que permitirão o desenvolvimento de competências e habilidades para a elaboração de um projeto de pesquisa em estudo de caso.

Como pesquisador, o professor que subscreve o presente início da disciplina em comento, sugere conhecer, se apropriar de  conteúdos sobre ciência, métodos de abordagem e procedimentos e técnicas de pesquisa são contemplados, permitindo que se identifique as características que definem a ciência, as diferenças entre os métodos de abordagem e de procedimentos e as técnicas de pesquisa, que são alguns dos instrumentos de coleta de dados que podem ser utilizados numa investigação científica.

Relevante ainda, é compreender que nesta formação continuada o pesquisador com sólida formação ou em linha neste sentido,  tenha a possibilidade de compreender o conceito de pesquisa e sua classificação, permitindo identificar as diferenças entre os vários tipos de pesquisa e os tipos de abordagem.

Neste momento, se apresenta dois casos de estudos concretos. O primeiro na área de Pneumologia – Pleura e os achados no caso estudado; sendo o segundo na área da Ginecologia com ênfase em estudos analíticos do caso concreto apresentado.

Porém na disciplina sugerida junto ao Instituto de Pesquisa, se firma um conteúdo a ser estudado  que deve propiciar a compreensão das características que definem uma pesquisa do tipo estudo de caso. Ao mesmo tempo, o entendimento sobre as situações em que esse tipo de pesquisa é recomendado, quais suas vantagens, quais os tipos e quais as etapas que devem ser seguidas para a investigação do tema e/ou assunto.

O presente trabalho em comento será apresentado à comunidade científica intelectual, em nível mundial via

Assim sendo, na proposta da disciplina se deve instituir um capítulo de estudos que permita ao pesquisador, formação teórica para identificar  os itens que contemplam um projeto de pesquisa, com seus respectivos textos e os que fazem parte dos elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

O autor é especialista, pesquisador com título acadêmico em ESPECIALISTA EM HEMATOLOGIA(FACULDADE MAXIMUS); ESPECIALISTA EM ANÁLISES CLÍNICAS e ONCOLOGIA pelo PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DA FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS. Estando ainda envolvida em projetos de Biofísica, Biologia Molecular, Física Médica e Química Médica ao longo dos últimos 15 anos, entendendo, pois, que o desenvolvimento da pesquisa é uma das finalidades das instituições de ensino superior, visando à produção de novos saberes por meio de estudos científicos, envolvendo docentes e discentes.

Desejo aos meus alunos e seguidores sucesso nos estudos!

Professora César Augusto Venâncio da Silva.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

BIOLOGIA DO CÂNCER. ESTUDO DE CASO – DADOS PARA ESTUDOS ACADÊMICOS DE PESQUISA EM ONCOLOGIA. Professor César AUGUSTO Venâncio da Silva – Especialista.

 


BIOLOGIA DO CÂNCER.

ESTUDO DE CASO – DADOS PARA ESTUDOS  ACADÊMICOS DE PESQUISA EM ONCOLOGIA.

Professor César AUGUSTO Venâncio da Silva – Especialista.

TÍTULO DE ESPECIALISTA EM ONCOLOGIA FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS

Certificado Registrado Sob o Nº: 0680 - Livro: 010 Folha: 011

TÍTULO DE ESPECIALISTA EM Análises Clínicas  FACULDADE BATISTA DE MINAS GERAIS

Certificado Registrado Sob o Nº: 057167 Livro: 007 Folha: 084

Os  cursos cumpriram com todas as disposições da Resolução CNE/CES Nº1, DE 06 DE ABRIL DE 2018, tendo o certificado validade em todo o território nacional, amparado pela Portaria MEC nº 903 - D.O.U. de 16/11/2021, Seção 1, Pág. 123.

 

NEOPLASIA – Um  neoplasma é uma massa anormal de tecido, cujo crescimento excede e é descoordenado com o do tecido normal e persiste no mesmo modo excessivo depois da cessação do estímulo que provocou a alteração(Willis, RA (1952). The Spread of Tumors in the Human Body. London: Butterworth).

Prezados colegas pesquisadores da Biologia do Câncer, do ponto de vista psicológico falar em “NEOPLASIA” literalmente já mata o paciente. Porém, é um medo não expressivo pelas razões... Neoplasia pode ser considerada uma neoformaçãoneoplasmaneoplastia ou tumor, sendo, pois, uma proliferação celular local, sem que haja causa aparente, de crescimento excessivo, ilimitado e progressivo que ocorre nos tecidos ou nos órgãos. Esta relação é irreversível e com tendência a perda de diferenciação celular. Estas afetam todos os organismos vivos, não se resumindo assim, somente ao reino animal(Neoplasia. Infopédia: Dicionário da Porto Editora. Consultado em 21 de junho de 2021; Cooper GM (1992). Elements of human cancer. Boston: Jones and Bartlett Publishers. 16 páginas. ISBN 978-0-86720-191-8; Vasconcelos, A. C. (2000). Patologia geral em hipertexto. Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Minas Gerais).

Neste momento, o subscritor desta pesquisa não visa gerar um conflito dialético com os Oncologistas Clínicos, todavia como se sabe as neoplasias ou uma neoplasma pode ser benigno, potencialmente maligno (pré-câncer), ou maligno (câncer), e  a  neoplasia secundária refere-se a qualquer classe de tumor canceroso que é ou um desdobramento metastático de um tumor primário, ou um tumor aparentemente sem relação que aumenta em freqüência após certos tratamentos de câncer, como a quimioterapia ou a radioterapia.(Cancer - Activity 1 - Glossary, page 4 of 5». Consultado em 23 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 9 de maio de 20080.

Assim em relação aos tipos “os tumores benignos incluem o mioma uterino e o nevo melanocítico e tem normalmente característica circunscrita e localizada; Neoplasias potencialmente malignas incluem o carcinoma in situ; As neoplasias malignas são comumente chamadas de câncer”(Abrams, Gerald. «Neoplasia I». Consultado em 23 de janeiro de 2014).

Bibliografia -

1.    «Neoplasia». Infopédia: Dicionário da Porto Editora. Consultado em 21 de junho de 2021

2.    Cooper GM (1992). Elements of human cancer. Boston: Jones and Bartlett Publishers. 16 páginas. ISBN 978-0-86720-191-8

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4.    S.A, Priberam Informática. «neoplasma». Dicionário Priberam. Consultado em 22 de março de 2023

5.    S.A, Priberam Informática. «neoplastia». Dicionário Priberam. Consultado em 22 de março de 2023

6.    S.A, Priberam Informática. «tumor». Dicionário Priberam. Consultado em 22 de março de 2023

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8.    Vasconcelos, A. C. (2000). Patologia geral em hipertexto. Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Minas Gerais.

9.    «Plasma Cell Neoplasms». WebMD. 16 de maio de 2012. Consultado em 8 de janeiro de 2008

10. Willis, RA (1952). The Spread of Tumors in the Human Body. London: Butterworth

11. «Cancer - Activity 1 - Glossary, page 4 of 5». Consultado em 23 de janeiro de 2014. Arquivado do original em 9 de maio de 2008

12. Abrams, Gerald. «Neoplasia I». Consultado em 23 de janeiro de 2014

13. Ambrosi D, Mollica F (2002). «On the mechanics of a growing tumor». International Journal of Engineering Science. 40 (12): 1297–316. doi:10.1016/S0020-7225(02)00014-9

14.  Volokh KY (2006). «Stresses in growing soft tissues». Acta Biomater. 2 (5): 493–504. PMID 16793355doi:10.1016/j.actbio.2006.04.002

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18. ANTUNES-FERREIRA, NATHALIE; CUNHA, EUGÉNIA; MARQUES, CARINA (2014). «Multiple osteochondromas in a 16th–19th century individual from Setúbal (Portugal)». Anthropological Science (3): 157–163. ISSN 0918-7960doi:10.1537/ase.140916. Consultado em 21 de junho de 2021

19. Wasterlain, S. N.; Ascenso, B. F.; Silva, A. M. (20 de novembro de 2009). «Skeletal metastatic carcinoma: A case from 15th-20th century Coimbra, Portugal». International Journal of Osteoarchaeology (3): 336–346. ISSN 1047-482Xdoi:10.1002/oa.1130. Consultado em 21 de junho de 2021

20. Marques, Carina; Matos, Vítor; Costa, Tiago; Zink, Albert; Cunha, Eugénia (junho de 2018). «Absence of evidence or evidence of absence? A discussion on paleoepidemiology of neoplasms with contributions from two Portuguese human skeletal reference collections (19th–20th century)». International Journal of Paleopathology: 83–95. ISSN 1879-9817doi:10.1016/j.ijpp.2017.03.005. Consultado em 21 de junho de 2021

21. Marques, Carina; Santos, Ana Luísa; Cunha, Eugénia (28 de novembro de 2011). «Better a Broader Diagnosis Than a Misdiagnosis: The Study of a Neoplastic Condition in a Male Individual who Died in Early 20th Century (Coimbra, Portugal)». International Journal of Osteoarchaeology (6): 664–675. ISSN 1047-482Xdoi:10.1002/oa.1294. Consultado em 21 de junho de 2021

22.  Brothwell, Don (8 de agosto de 2012). «Tumors: Problems of Differential Diagnosis in Paleopathology». Oxford, UK: Wiley-Blackwell: 420–433. ISBN 978-1-4443-4594-0. Consultado em 21 de junho de 2021

 

AMPLIAÇÃO TEXTUAL - PROTOCOLO PRT 31.722.081.2024

  I - Introdução. Disciplina: Metodologia para Estudo de Caso em Ciências da Saúde I Estudo de Caso PROTOCOLO 31.722.081-2024   ...