1ª Edição 2014 – MAIO - 1ª Reedição 2014 –
OUTUBRO – Tema: Farmacologia
Clínica - Aplicada as Drogas Quimioterápicas - FORMAÇÃO CONTINUADA - EM SAÚDE -
Especialização em Oncologia - Formação Continuada Lato Sensu - Pesquisador
SUMÁRIO GERAL DO SUBTOMO I
SUMÁRIO GERAL
1.
Capa
Dura.
2.
Contra
capa.
3.
Subcontra
capa.
4.
Apresentação
da Edc.
5.
Epígrafe.
6.
Resumo
sobre o autor.
7.
Agradecimentos.
8.
Agradecimentos
a Universidade Federal de Santa Catarina através da equipe do Projeto MORE.
9.
Referência
10.
Convite.
11.
No
planejamento
12.
A
proposta
13.
Outros
livros do autor publicados na editora.
14.
Convidamos
15.
DIREITOS
AUTORAIS LICENÇA INTERNACIONAL VÁLIDA PARA TODOS OS TOMOS DA SÉRIE DO AUTOR
16.
LICENÇA
INTERNACIONAL E NACIONAL DE USO DA OBRA.
17.
Aviso
18.
Licença
19.
LICENÇA
INTERNACIONAL
20.
Licença.
21.
Definições.
22.
Obra
Coletiva
23.
Obra
Derivada
24.
Licenciante
25.
Autor
Original
26.
Obra
27.
Você
28.
Elementos
da Licença
29.
Direitos
de Uso Legítimo.
30.
Concessão
da Licença.
31.
Royalties
e execução pública.
32.
Royalties
e Direitos fonomecânicos.
33.
Direitos
de Execução Digital pela
34.
Internet
(Webcasting) e royalties
35.
Restrições.
36.
Declarações,
Garantias e Exoneração.
37.
Limitação
de Responsabilidade.
38.
Terminação
39.
Outras
Disposições
40.
Esse
LIVRO E-BOOK
41.
Conhecendo
o Projeto OCW.
42.
Open
Courseware
43.
UNESCO.
44.
Uso
de formatos técnicos
45.
Movimento
REA
46.
Licenciamento
47.
AS
RAZÕES DE SER DESSA PUBLICAÇÃO ACADÊMICA.
48.
CONCEITOS
OPENCOURSEWARE E OCW SITE.
49.
Conceito
OperCourseWare.
50.
Que é
um site OCW?
51.
Eles
são oferecidos livremente e são
52.
Que
não é um site OCW?
53.
ALGUMAS
RAZÕES QUE LEVAM AO INESPEC ATRAVÉS DA SUA EDITORA VIRTUAL, DECIDIR PELA INCORPORAÇÃO
AO OCW.
54.
Vantagens
e inconvenientes.
55.
Sua
flexibilidade e adaptabilidade dentro da Instituição.
56.
CONSÓRCIO
UNIVERSITÁRIO EM TORNO AO PROJETO OCW.
57.
Condições
para participar do Projeto OCW.
58.
OS
ASPECTOS JURÍDICOS.
59.
A
LICENÇA CREATIVE COMMONS.
60.
Propriedade
intelectual.
61.
GESTOR
DE CONTEÚDOS.
62.
EduCommons
63.
Gestor
de contenidos – eduCommons
64.
OS
ESCRITÓRIOS OCW NOS OCW SITES. MÉDICOS.
65.
PROCEDIMENTOS
PARA A ADESÃO AO PROJETO.
66.
UNIVERSIDADES
ENVOLVIDAS NO PROJETO.
67.
OUTROS
CONSÓRCIOS A NÍVEL MUNDIAL.
68.
Obras
publicadas pelo autor.
69.
Professor
César Augusto Venâncio da Silva.
70.
Capa
intermediária.
71.
Uso
Racional de Medicamentos em Clínica Médica.
72.
Promoção
do Uso Racional de Medicamentos no Brasil
TOMO I - SUBTOMO I - Farmacologia Clínica na Oncologia (Câncer)
Introdução à Cancerologia/Oncologia.
Sub
Tomo I - Sumário do Subtomo I - Capítulo I
73.
Farmacologia
Clínica na Oncologia (Câncer).
74.
Introdução
à Cancerologia, Oncologia.
75.
Cancerologia.
76.
A
oncologia.
77.
Tratamento
oncológico.
78.
Especialidades
Médicas derivadas.
79.
PROGRAMA
DO EXAME.
80.
FARMACOLOGIA
ONCOLÓGICA.
81.
Os
novos casos de câncer devem aumentar.
82.
Comportamentos
de risco.
83.
Custos.
84.
Câncer
no colo-retal.
85.
Tratamento
padrão para câncer de reto.
86.
Câncer
do intestino grosso.
87.
Prevenção
requer a adoção de políticas de Estado para a Saúde Pública em Oncologia.
88.
Câncer
do intestino grosso (cólon e reto).
89.
Faixa
de risco.
90.
Exames
recomendados.
91.
Exame
retossigmoidoscopia colonoscopia.
92.
Sintomatologia
do câncer do intestino.
93.
CÂNCER
DE RETO.
94.
Tratamento
cirúrgico do câncer do reto.
95.
Tumor
de Intestino Delgado.
96.
CIRUGIA
LAPAROSCOPICA EN ADENOCARCINOMA DE RECTO.
97.
El
Cáncer de Recto.
98.
Prevenção
e educação para a Saúde Individual.
99.
Uso
de suplementos alimentares naturais.
100.
Farmacologia
Clínica.
101.
A
assistência profissional em Oncologia/Cancerologia
102.
Dispensação
Medicamentosa.
103.
Uso
Racional de Medicamentos perpasa as configurações de ciência médica pura
104.
Portaria
SES Nº 132 DE 23/05/2013.
105.
Dispensação
de medicamentos oncológicos não padronizados
106.
CAPÍTULO
I - DA PRESCRIÇÃO
107.
CAPITULO
II - DA AQUISIÇÃO, APLICAÇÃO, DISPENSAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO.
Capítulo I Farmacologia Clínica na Oncologia
(Câncer) A N E X O S.
108.
ANEXO
I - MODELO DE RELATÓRIO MÉDICO (Trimestral)
109.
ANEXO
II - MODELO DE CARIMBO PARA JUSTIFICATIVA DE DEVOLUÇÃO DE RECEITUÁRIO NÃO
ATENDIDO
110.
ANEXO
III - TERMO DE ESCLARECIMENTO E RESPONSABILIDADE.
TOMO I - SUBTOMO I - Introdução aos fármacos de uso na
Clínica Médica Oncológica.
Capítulo
II - Introdução aos fármacos de uso na Clínica Médica Oncológica.
111.
Introdução
aos fármacos de uso na Clínica Médica Oncológica.
112.
Uso
Racional de Medicamentos em Clínica Médica.
113.
Desqualificação
profissional do médico?
114.
Efeitos
adversos.
115.
Iatrogenia:
Discussão ampla.
116.
Conclusão.
117.
Mecanismos
fisiopatológicos.
118.
Prognóstico.
119.
Terapia.
120.
FÁRMACO.
121.
LISTA
DE FÁRMACOS PERMITIDOS.
122.
ANTIÁCIDOS.
123.
ANTIDIARRÉICOS.
124.
ANTIASMÁTICOS/ANTIALÉRGICOS.
125.
ANTINAUSEANTES-ANTIEMÉTICOS.
126.
ANTIULCEROSOS.
127.
ANALGÉSICOS
ANTIPIRÉTICOS E ANTIESPASMÓDICOS.
128.
ANTIINFLAMATÓRIOS.
129.
ANTIGRIPAIS.
130.
CONTRACEPTIVOS.
131.
DESCONGESTIONANTES
NASAIS.
132.
EXPECTORANTES
E ANTITUSSÍGENOS.
133.
ANTIFÚNGICO.
134.
ANTI-HEMORROIDÁRIOS,
135.
HIPNÓTICOS
BENZODIAZEPÍNICOS.
136.
BARBITÚRICOS.
137.
SEDATIVOS.
138.
ANTIDIABÉTICOS
HIPOGLICEMIANTES ORAIS.
139.
RELAXANTES
MUSCULARES PERIFÉRICOS.
140.
TÓPICOS
DERMATOLÓGICOS.
141.
PREPARAÇÕES
VAGINAIS.
142.
PREPARAÇÕES
OFTÁLMICAS.
143.
ANTIBIÓTICOS.
144.
ANTICONVULSIVANTES.
145.
LAXATIVOS.
146.
VITAMINAS.
147.
Referencia
Bibliográfica.
148.
Nota.
149.
Lei
obriga plano de saúde
150.
Pós-produção
de notas jornalísticas.
151.
LISTA
DE MEDICAMENTOS. ANS. MS.
152.
QUIMIOTERAPIA.
153.
CLASSES
DE DROGAS CITOSTÁTICAS.
154.
Dividem-se
em cinco classes químicas
155.
Ciclofosfamida
156.
Ifosfamida
157.
Citarabina
158.
Clorambucila
159.
Melfalana
160.
Dacarbazina
161.
Quadro
Resumo - Agentes Alquilantes
162.
Antimetabólitos.
163.
Metotrexato
de sódio
164.
Fluoruracila
165.
Citarabina
166.
Cladribina
167.
Mercaptopurina
168.
Tioguanina
169.
Quadro
Resumo - Antimetabolitos:
170.
Alcalóides.
171.
Nicotina
172.
Cafeína
173.
Morfina.
174.
Cocaína
175.
Quadro
Resumo - Alcalóides de plantas
176.
Antibióticos
antitumorais.
177.
Antraciclinas.
178.
Cardiotoxicidade
dos antracíclicos.
179.
Referência:
180.
DEFINIÇÃO
DE CARDIOTOXICIDADE
181.
MECANISMOS
DE LESÃO MIOCÁRDICA
182.
DISFUNÇÃO
CARDÍACA.
183.
Classificação:
184.
Tipo
I.
185.
Tipo
II.
186.
TEORIA
“MULTIPLE HIT”.
187.
QUADRO
CLÍNICO.
188.
DIAGNÓSTICO.
189.
CARDIOPROTEÇÃO.
190.
Nota
do Autor.
191.
Nomenclaturas
no texto.
192.
Nota
do Autor.
193.
Antraciclinas.
194.
I -
Daunorrubicina.
195.
II –
Streptomyces.
196.
Quimioterápicos.
197.
Exemplos
198.
Quimioterapia
antineoplásica.
199.
A
quimioterapia oncológica
200.
Uso
de associações de antineoplásicos
201.
ATENÇÃO!
Informações sobre desenvolvimento de novas drogas
202.
Referência
Bibliográfica Complementar.
203.
Gás
mostarda - arma química.
204.
Representação
Química.
205.
Categoria:
Agente Vesicante.
206.
As
substâncias vesicantes
207.
Uso
na Grande Guerra.
208.
Antídotos.
209.
Casos
Clínicos.
210.
GÁS
MOSTARDA não possui antídoto
211.
Referência
Bibliográfica Complementar.
212.
Subquestionamento
temático
213.
Sinais
e sintomas de exposição à mostarda de enxofre.
214.
Efeitos:
215.
Riscos
a saúde em longo prazo.
216.
Hipoplasia
medular.
217.
Predefinição de
termos: Termos com o sufixo-plasia.
218.
Aplasia medular
219.
Aplasia medular x
Leucemia.
220.
Tratamento da
aplasia medular
221.
Cloranfenicol.
222.
MEDICAMENTO é
indicado
223.
Mecanismo de ação.
224.
Precauções –
Efeitos adversos possíveis.
225.
Anemia aplástica
226.
Produtos similares:
227.
Contra indicações.
Diversos
228.
Depressão profunda
da medula óssea.
229.
Pancitopenia.
230.
A pancitopénia
231.
Pancitopenia -
principais causas:
232.
A hemoglobina pode
ser encontrada
233.
A hemoglobina (Hb)
234.
Fórmula química:
235.
C2952H4664O8125S8Fe4321
ph7.
236.
Iconografia. Hemácias.
237.
Tipos de
Hemoglobina.
238.
Meta-hemoglobina
239.
Iconografia.
240.
A metemoglobina não
pode ligar o oxigênio
241.
A catalase é uma
metaloenzima
242.
Nitrito de amila
243.
Efeitos
fisiológicos - nitrito de amila.
244.
Anti-hipertensivo.
245.
Os efeitos da
inalação de vapores do nitrito de amila
246.
Antídoto para
cianotoxinas.
247.
Entorpecente.
248.
A leucopenia
249.
A maioria dos
distúrbios dos leucócitos
250.
Tipos de
leucócitos.
251.
Os linfócitos
252.
Os monócitos
253.
Todas as células
sanguíneas brancas
254.
Um transplante de
medula óssea
255.
Função.
256.
Linfócitos são mais comuns
257.
Linfócitos B
258.
Linfócitos T Auxiliares ou (CD4+)
259.
Linfócitos T citotóxicos (ou CD8+)
260.
Linfócitos Naturais killers ou NK
261.
Linfócitos T inibidores
262.
Neutrófilos.
263.
Os neutrófilos se
constituem
264.
Os neutrófilos são
polimorfos nucleados
265.
Os neutrófilos
possuem receptores
266.
Neutrofilia é uma
condição no sangue
267.
A neutrofilia
algumas vezes é acompanhada de febre
268.
Causas. Infecções
bacterianas
269.
Deficiência.
270.
Neutropenia
271.
Neutropenia severa
272.
Os neutrófilos representam
o principal sistema de defesa celular do corpo
273.
A neutropenia é uma
disfunção do sangue
274.
Neutropenia é às
vezes erroneamente conceituada como leucopenia.
275.
Causas, Sintomas e
diagnóstico, Tratamento.
276.
Na neutropenia
cíclica
277.
A neutropenia pode
desenvolver-se de forma rápida
278.
Cancros de células
sanguíneas
279.
Tratamento da
neutropenia
280.
Antibiótico
Linezolid
281.
Antibiótico é nome
282.
Classes de
antibióticos e Resistência antibiótica.
283.
A resistência
antibiótica
284.
Classes de
antibióticos agrupados por estrutura
285.
Aminoglicosídeos.
286.
Diversos
aminoglicosídeos
287.
As antraciclinas
são outro grupo de aminoglicosídeos
288.
Indicações.
289.
Septicemia com
Gram-negativos.
290.
Pseudomonas
291.
Pseudomonas aeruginosa.
292.
Pseudomonas
pyocyanea
293.
Patogênico de
indivíduos com sistema imunológico comprometido
294.
A piocianina
295.
Infecção
hospitalar.
296.
Burkholderia
297.
Espécies
Classificadas de Pseudomonas
298.
Espécies.
299.
P.
aeruginosa group
300.
P.
chlororaphis group
301.
P.
fluorescens group
302.
P.
pertucinogena group
303.
P.
putida group
304.
P.
syringae group
305.
Incertae
sedis
306.
Espécies
Classificadas de Burkholderia.
307.
Espécies:
308.
Referência.
Bibliográfica Suplementar.
309.
Mecanismo de ação.
310.
Ribossomos são organelas
citoplasmáticas.
311.
Função dos Ribossomos.
312.
Leitura correta do
RNA mensageiro.
313.
Ribossomos são
estruturas pequenas
314.
Na natureza, as bactérias vivem.
315.
As eubactérias
316.
As arquibactérias
317.
Existem espécies bacterianas.
318.
Componentes dos ribossomos eucarióticos. As
bactérias podem ser classificadas
319.
Cocos
320.
Bacilos
321.
Espirilos
322.
Campylobacter
323.
Espécies.
324.
Bactérias gram-negativas.
325.
CROMOSSOMO
326.
Cromossomo bacteriano
327.
DNA bacteriano (cromossomo e plasmídeo).
328.
PLASMÍDEOS
329.
GRÂNULOS DE RESERVA
330.
MESOSSOMOS
331.
PAREDE
332.
Gram-negativas
333.
Gram-positivas
334.
CÁPSULAS - Muitas bactérias
335.
FLAGELOS
336.
FÍMBRIAS
337.
ESPOROS
338.
Tipos
de esporos
339.
Aminoglicosídeos.
340.
Efeitos
adversos
341.
Aminoglicosídeos
342.
Aminoglicosídeos.
Membros do grupo:
343.
Amicacina
344.
Estreptomicina
345.
Gentamicina.
346.
Neomicina
347.
Tobramicina
348.
Paromomicina.
349.
Superbactéria
já resiste ao mais avançado antibiótico
350.
Configuração
genética.
351.
Interações.
A linezolida
352.
Anemia
aplástica.
353.
A
medula óssea desempenha um papel essencial.
354.
Causas
da falência medular:
355.
Os
sintomas de anemia aplástica
356.
Revisão. Anemia aplástica
357.
Exames
laboratoriais,
358.
Existem
exames adicionais para determinar a causa da anemia
359.
Patologia
e URM do Cloranfenicol.
360.
Furosemida.
361.
Questionamento
em Farmacologia Clínica.
362.
Médico
“x”
363.
A
furosemida encontra-
364.
Reações
Adversas ao medicamento
365.
Excreção
de sódio e potássio
366.
Água
e sódio (Volumetria).
367.
Crítica
contra a automedicação e necessidade de protocolos de URM para os clínicos não
especialistas em Oncologia
368.
A
Agência Mundial Antidoping
369.
Outra
aplicação da furosemida
370.
Dopagem
bioquímica - doping
371.
Efeitos
colaterais.
372.
Lista
de componentes anabólicos.
373.
Farmacovigilância.
374.
Nota
de farmacovigilância
375.
Referência
Bibliográfica.
376.
Alopurinol.
377.
A
associação da terapia antineoplásica medicamentosa quimioterapia.
378.
Alopurinol e seu
metabólito principal
379.
Síndrome do bebê
cinzento.
380.
Advento dos
primeiros antibióticos
381.
Lista
de Medicamentos a base de Cloranfenicol
382.
Composição
383.
A
Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, atualizou a lista de
antibióticos.
384.
Lista
atualizada
385.
Metronidazol
é composto
386.
A
INTERAÇÃO DO CLORANFENICOL com Fenobarbital ou fenobarbitona.
387.
A
restrição à venda de antibióticos no Brasil Novas regras para a prescrição:
388.
Saúde
Pública em primeiro plano.
389.
No bulário
eletrônico
390.
Porque recomendo.
391.
Cancerígeno
392.
GHS – ONU.
393.
Tomamos
como referência os estudos
394.
A incidência de
câncer por idade
395.
Estatísticas de
câncer
396.
Câncer do
dia-a-dia.
397.
Exemplos
398.
Café
399.
Aspectos
econômicos.
400.
Botânica.
401.
Valor nutritivo do
Café
402.
E o uso
descontrolado
403.
Valor nutricional
do Café
404.
Ação diurética
405.
Corrimento vaginal
406.
Tipos de Corrimento
Vaginal.
407.
Candida Albicans
408.
Gardnerela
Vaginalis
409.
Trichomoas
Vaginalis
410.
Imunodiagnóstico
411.
Contextualizar -
VAGINA – ANATOMIA.
412.
TOPOGRAFIA DA
VAGINA
413.
Complicações.
414.
Câncer primitivo da
vagina
415.
Câncer primário da
vagina
416.
Neoplasia Vaginal.
417.
Neoplasia
intraepitelial.
418.
NIVA I (displasia
leve).
419.
NIVA II (displasia
moderada).
420.
NIVA III (displasia
acentuada - carcinoma in situ).
421.
Neoplasias
epiteliais malignas.
422.
Neoplasias
mesenquimais.
423.
NEOPLASIA MALIGNA
DA VAGINA.
424.
Iconografias. (ANEXO. Botânica).
425.
Coffea arábica em floração
426.
Grãos de café Conilon (Robusta).
427.
Grãos de café Arábicos.
428.
Grãos de café Arábica torrados
429.
Referência
Bibliográfica.
430.
Literaturas.
431.
Uso de
antioxidantes para prevenir o câncer
432.
Antioxidantes
433.
Do acondicionamento dos
Legumes em conserva.
434.
Aumentar o risco de certos tipos de câncer
435.
Legume, olerácea ou vagem.
436.
Promover o consumo de FLV
437.
PRIMEIRO PONTO
438.
Frutas vermelhas
439.
Mirtilo
440.
Cenoura
441.
Tomate
442.
Uva
443.
Brócolis
444.
Especiarias
445.
Romã
446.
Segundo o Best-seller Anticâncer
447.
Feijão-preto
448.
Carpelo
449.
Fruto de Cucumis
metuliferus
450.
Displasia.
451.
Exemplo:
452.
Código genético.
453.
A mensagem genética contida no DNA
454.
Uma proposta técnica científica
455.
Ácido desoxirribonucleico – ADN
456.
Referência Bibliográfica.
457.
Displasia: Anisocitose, Poiquilocitose Hipercromatismo.
458.
Na displasia as células podem se reproduzir
descontroladamente
459.
Tipos
de displasias.
460.
Aulas virtuais
difusas conexas
461.
Antioxidantes.
462.
Frutas e hortaliças
463.
Antioxidantes
não ajudam no combate ao câncer.
464.
Um paradoxo.
465.
A oxidação é uma reação química
466.
Moléculas.
467.
Agente Oxidante.
468.
Nota do Autor.
469.
Ácido ascórbico-polifenóis.
470.
Literatura e na
prática
471.
Polifenóis são
substâncias
472.
A radiação
ultravioleta (UV)
473.
Flavonoides (ou
bioflavonoides)
474.
Taninos
475.
Usos
farmacológicos.
476.
Biologia e Química
477.
Nota do Autor. Adstringência.
478.
As antocianinas
479.
Referência
Bibliográfica Suplementar.
480.
Na química
hidroxila
481.
Aromaticidade
482.
A laranja
483.
Limão
484.
Informações
nutricionais.
485.
Propriedades do
limão.
486.
Estudos
epidemiológicos
487.
Limoneno
488.
Referência de
Estudos Científicos.
489.
Catequinas e
epicatequinas
490.
Catequina
491.
Estudos
conduzidos
492.
As
catequinas e a cafeína
493.
Estes
antioxidantes naturais
494.
Dados
epidemiológicos confirmam
495.
Folhas secas moídas de chá-verde.
496.
Nota do Autor.
497.
Estudos dos
cientistas brasileiros
498.
A bebida preparada
499.
Folhas de Camellia sinensis
500.
Efeitos Colaterais
do Chá Verde.
501.
Efeitos Colaterais do Chá Verde
502.
Camellia
sinensis
503.
Flor de Camellia
sinensis
504.
Referências bibliográficas.
505.
Resveratrol.
506.
Sirtuína.
507.
Estrutura
cristalográfica de Sir2.
508.
Sirtuins Mamífero
509.
A atividade das
sirtuínas
510.
Lipoproteínas
511.
A aterosclerose
512.
Ateromas
513.
Formação dos
Ateromas.
514.
Lesão da artéria
coronária.
515.
Segmento do arco da
artéria aorta com aterosclerose.
516.
Aterosclerose
517.
Doenças vasculares
518.
Há três subtipos:
519.
Iconografias
Especiais.
520.
ATEROSCLEROSE (CARÓTIDA)
521.
Arteriosclerose
Intracraniana.
522.
REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA.
523.
Concentração
de LDL-c.
524.
Low
Density Lipoprotein – LDL –
525.
Curcumina.
526.
Vinho tinto
527.
Berrys.
528.
Uvas.
529.
Valor nutricional por 100 g (3,5 oz).
530.
UVAS - vermelha ou verde.
531.
Referências Bibliográficas.
532.
Nota de Natureza Bioética.
533.
Danos causados pelos radicais livres.
534.
Recrutamento e
ativação de fagócitos (macrófagos e neutrófilos)
535.
Vídeo
aula sobre Teorias do Envelhecimento
536.
Teorias Biológicas do Envelhecimento - Dr. Francisco Vianna
537.
Senescência
538.
Envelhecimento do
organismo
539.
NRA-PRG.
Programação genética.
540.
Gene Lin28.
541.
Carcinoma
adrenocortical
542.
LIN28,
uma proteína ligadora de RNAs.
543.
Outros
estudos traz a lume o LIN28.
544.
Conclusão.
545.
Tocoferol.
546.
A Vitamina E
547.
Estudos demonstram que o
estresse oxidativo
548.
As recomendações diárias
549.
A Escala de Bristol ou Escala de fezes de Bristol.
550.
A
VITAMINA E (TOCOFEROL)
551.
Doenças carenciais:.
552.
Suplementos
553.
Toxidade: De modo geral não é tóxica.
554.
Os alimentos onde podemos encontrar a vitamina E
(TOCOFEROL)
555.
Benefícios
da couve
556.
Brócolos.
557.
Couve-de-bruxelas
558.
Couve-de-folhas.
559.
Couve-flor
560.
Plantação de
couves-flores.
561.
Couve-flor roxa.
562.
Romanesco.
563.
Couve-galega
564.
Couvelombarda.
565.
Repolho.
566.
CRUCÍFERAS
ANTICANCERÍGENAS.
567.
OS
BENEFÍCIOS DE COMER COUVE CRUA
568.
A
couve crua é boa contra o escorbuto.
569.
Referência
Nutricional
570.
Cada
cem gramas de couve-flor contêm
571.
Referência
Bibliográfica.
572.
Repolho,
subespécie da Brassica oleracea.
573.
Valor
nutricional
574.
Repolho
é usado cozido ou em saladas
575.
Marcador
e Uso medicinal
576.
Uso
Medicinal: úlceras etc.,
577.
Selênio.
578.
Selênio é um micronutriente
579.
Selenocisteína.
580.
As investigações
científicas
581.
Estudos realizados em
pacientes com câncer
582.
A deficiência de selênio
583.
Sua carência nos humanos
pode causar
584.
A
Bertholletia excelsa
585.
Medicinal:
O chá da casca da Bertholletia
586.
Radium
conteúdo.
587.
Concentração relatada de Ra-226 e Ra-228
588.
Selênio.
Principais funções.
589.
Outros
benefícios dos minerais:
590.
Manganês
para regular o metabolismo.
591.
Excesso
de minerais
592.
Carne
vermelha grelhada
593.
Referência Bibliográfica.
594.
A indução de
senescência e apoptose.
595.
Cromossomo humano (cinzento) sendo tampado por
telômeros (branco)
596.
Processo de
combustão por oxigênio e câncer.
597.
A respiração é uma
função fisiológica
598.
AÇÃO DO FUMO.
599.
Pulmão do fumante
envelhece mais depressa
600.
Câncer de pulmão
é diferente em fumantes e não fumantes.
601.
Cientistas
sintetizam composto químico anticâncer.
602.
Célula
anticâncer.
603.
Células
anticâncer são sintetizadas.
604.
Além do Aglicona
lomaiviticin
605.
Câncer de ovário
606.
Enfisema pulmonar é
uma doença degenerativa
607.
Causas do enfisema
pulmonar.
608.
Sinais e sintomas
de enfisema pulmonar
609.
Principal sintoma
de enfisema
610.
Pulmão de não
fumante. Pulmão de fumante
611.
As lesões causadas
pelo cigarro
612.
Diagnóstico do
enfisema pulmonar.
613.
Os radicais livres
podem danificar células sadias do nosso corpo.
614.
FONTE DE RADICAIS LIVRES.
615.
Os principais fatores internos são
616.
Os radicais livres agem sobre as células
617.
A reação dos radicais livres com os ácidos graxos
618.
CONSEQUÊNCIAS DO EXCESSO DE RADICAIS LIVRES.
619.
A formação de radicais resulta em manchas
620.
ANTIOXIDANTES
621.
Os radicais livres se formam
622.
Os antioxidantes estão presentes
623.
Vitamina C
624.
Vitamina E
625.
Vitamina A
626.
Selênio
627.
Zinco
628.
Bioflavonóides
629.
Licopeno
630.
Isoflavonas
631.
Catequinas
632.
Ácido fenólico
633.
Ácido graxo ômega 3
634.
Curcumina
635.
Genistelina
636.
Indóis
637.
Betacaroteno
638.
Quercetina
639.
PÍLULAS E CÁPSULAS ANTIOXIDANTES FUNCIONAM?
640.
Portanto, tais suplementos devem ser recomendados
somente.
641.
ALIMENTAÇÃO BALANCEADA.
642.
Referência Bibliográfica.
643.
Xenobióticos e
fármacos.
644.
Xenobióticos
645.
Dos riscos
a saúde?!!!
646.
Glutationa,
glutationo ou glutatião (γ-glutamilcisteinilglicina).
647.
Leituras
recomendadas.
648.
Telômeros e
ativação de genes supressores tumorais.
649.
Câncer
é um dos males que mais acomete
650.
Câncer é um dos males mais antigos
651.
A fisiologia tem por objetivo manter a estabilidade
estrutural do cromossomo. Telómeros estão presentes principalmente em células
652.
Encurtamento dos telómeros
653.
A outra relevante atividade dos telómeros
654.
Veja vídeo.
655.
A perda dos telómeros apenas correlaciona com a
senescência celular
656.
Veja vídeo.
657.
Genoma Humano - O Mapa do Envelhecimento e da
Morte.
658.
Múltiplas divisões
celulares.
659.
Divisão múltipla
660.
Protista
661.
Controle do Ciclo Celular e a Origem do Câncer.
662.
A intérfase (ou interfase)
663.
Fase - S (Duplicação do DNA
664.
Parte da estrutura da miosina.
665.
Células Cancerosas.
666.
Alvéolos do pulmão.
667.
Células cancerosas
no pulmão.
668.
FORMAÇÃO DE CÉLULAS CANCEROSAS.
669.
Sistema imunológico da pessoa pode destruir as
células cancerosas
670.
Quando pessoas tem câncer
671.
Células cancerosas prosperam
672.
Células cancerosas têm (suas) paredes cobertas de
proteína dura.
673.
Câncer é uma doença da mente, do corpo e do
espírito.
674.
As células cancerosas não podem prosperar num
ambiente oxigenado.
675.
Em resumo.
676.
Os proto-oncogenes
677.
Mutações nos proto-oncogenes
678.
Em células humanas normais
679.
Ciclinas.
680.
A p34
fosforilada é inativa.
681.
A
ciclina que participa da transição de G1 / S
682.
Conclusão.
683.
Na
Farmacologia Clínica as informações
684.
Células
tumorais de câncer de mama
685.
Principais
tipos de ciclinas.
686.
Ciclina
A e B.
687.
Ciclina
D.
688.
Ciclina
E.
689.
A
escolha de quimioterapia ou tratamento adjuvante em câncer de mama
690.
A
sobrevida livre de câncer
691.
Iconografia.
692.
Bibliografia
693.
Telomerase x p16INK4a.
694.
Enzimas é um grupo de substâncias orgânicas
695.
p16 - também conhecido como inibidor 2A quinase.
696.
p16 tem uma função importante no ciclo celular
697.
p16 é um inibidor de cinases dependentes de
ciclina.
698.
6INK4a - Papel no câncer.
699.
Referências Bibliográficas.
700.
Exemplos: Adenocarcinoma de pâncreas
701.
Inibidor 2A quinase
702.
A FDA, recentemente autorizou dois estudos clínicos
com telomerase.
703.
Por fim, conclusão.
704.
A fundamental importância dos telômeros encurtados.
705.
Fenômeno do envelhecimento celular
706.
Referências bibliográficas.
707.
Apoptose é um tipo de morte celular programada
708.
Etapas do processo de Apoptose.
709.
Apoptose Causado
por Estímulos Fisiológicos.
710.
Apoptose Causado
por Patologias.
711.
A Hipóxia a Nível Celular
712.
Citosol.
713.
Referência Bibliográfica.
714.
Mutações
que comprometam o sistema antioxidante
715.
Os
radicais livres podem danificar células sadias do nosso corpo
716.
A
interação dos radicais livres com o sistema biológico
717.
Papel
de radicais livres na toxicidade de diversas substâncias
718.
Referência
Bibliográfica.
719.
Legume(s).
720.
Uso de corantes e conservantes ainda gera controvérsia.
721.
A ANVISA está DESENVOLVENDO ESTUDOS
722.
Visão global - Os conservantes de alimentos
artificiais impedem
723.
Conservantes.
724.
Conservantes são substâncias naturais ou artificiais
725.
A
função dos conservantes
726.
Nos
alimentos os conservantes são capazes
727.
sal
provoca rapidamente a desidratação de qualquer bactéria presente
728.
Otto Heinrich Warburg
729.
ANVISA e os regulamentos que se refere aos
conservantes.
730.
Benzoanto
de sódio.
731.
Função
732.
Descrição
733.
Sinônimos
734.
Fórmula
Dosagem
735.
Aplicabilidade
736.
Conservantes - CÂNCER origem especulativa difusa.
737.
A exposição humana ao benzeno é um problema global
de saúde (induzir ao câncer em humanos)
738.
Exames para detecção.
739.
Nitritos.
740.
Nitrito.
741.
Nitrosaminas.
742.
CÂNCER
– Alimentos: Cautelas devem ser atendidas.
743.
Substâncias
consideradas mutagênicas
744.
Os
agentes mutagênicos podem ser de três tipos
745.
No
Brasil a lei federal número 11.105 de março de 2005, assegura que organismos
mutagênicos são distintos de organismos transgênicos.
746.
Vejamos
a normativa brasileira:
747.
Veto
Presidencial. MENSAGEM Nº 167, DE 24 DE MARÇO DE 2005.
748.
Regulamenta
a Lei. DECRETO Nº 5.591, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2005.
749.
Classificação
de Risco dos Organismos Geneticamente Modificados.
750.
Classe
de Risco I
751.
Farmacologia
dos Nitratos. Fármacos mais importantes.
752.
Nitroglicerina
753.
Os
efeitos do nitrato em Clínica Médica
754.
Os
nitratos só têm efeito em administrações limitadas
755.
A
enzima de conversão de angiotensina é uma Cininase
756.
Nitratos
e Águas Minerais.
757.
Efeitos
adversos.
758.
Nitrato
encontrado em águas minerais é associado ao risco de Câncer Gástrico.
759.
INCA
alerta que a ingestão de água que contêm uma alta concentração de nitrato está
relacionada com a incidência do Câncer de Estômago.
760.
Conservantes:
Vantagens.
761.
Desvantagens.
762.
Benzoato
de Sódio.
763.
Acido
benzóico
764.
RESUMO:
Nitritos. Nitrito ou nitrato de sódio
765.
Referência
Bibliográfica.
766.
Lista de Frutas Vermelhas.
767.
Maçã
768.
A maçã-verde
769.
E anticancerígena.
770.
As
diferentes espécies encontram se em climas temperados e subtropicais
771.
Lista
das espécies cultivares mais comuns
772.
Informações
nutricionais.
773.
Melancia
(Citrullus lanatus)
774.
Valor
nutricional.
775.
Cada
100 gramas de melancia contêm:
776.
Melancia pode levar
a hipertensão.
777.
Citrulina é um aminoácido
778.
A citrulina, junto com a arginina, participa do ciclo da
ureia.
779.
Câncer - Pessoas
que consomem frutas ou legumes várias vezes ao dia
780.
A melancia é fonte de vitaminas
781.
A Vitamina A
782.
A Vitamina B6
783.
A Vitamina C
784.
A melancia também é uma ótima fonte de potássio
785.
Pessoas com níveis baixos de potássio
786.
Licopeno é o pigmento
787.
Benefícios Cardíacos
788.
Diabetes
789.
Referência Bibliográfica Suplementar.
790.
Outras frutas
“vermelhas” importante na manutenção da saúde
791.
Cereja.
792.
Amoras.
793.
Mirtilo.
794.
Uso Medicinal.
795.
Ação
anticâncer.
796.
Sugestão
de consumo
797.
Regulação
da glicemia.
798.
Saúde
Cardiovascular.
799.
A
antocianidina
800.
Resumo.
801.
Propriedades
do Mirtilo
802.
Informação Nutricional
803.
Bibliografia
Suplementar.
804.
LITERATURA RECOMENDADA.
805.
Bebidas
alcóolicas (câncer)
806.
Câmeras de bronzeamento
artificial (câncer de pele)
807.
Talco (o amianto é um potencial
cancerígeno).
808.
Terapia
de reposição hormonal (câncer de mama)
809.
Exposição
a produtos químicos (câncer de esôfago)
810.
Raios
ultravioletas (câncer de pele)
811.
Cádmio
- agente cancerígeno e pode ser encontrado em alguns alimentos e bebidas
812.
Formaldeído
(associado ao câncer nasal em testes com ratos)
813.
Tamoxifeno
(aumento de risco de câncer de útero)
814.
Amianto
(os riscos de câncer de pulmão).
815.
Choque tóxico.
816.
NRA – Nota de
Referência do Autor.
817.
Lista de sistemas
de órgãos humanos.
818.
São considerados
sistemas orgânicos do corpo humano
819.
NRA
– Nota de Referência do Autor.
820.
CID-10
Capítulo XVII: Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas.
821.
QUADRO
I
822.
QUADRO
II
823.
QUADRO
III
824.
QUADRO
IV
825.
QUADRO
V
826.
QUADRO
VI
827.
QUADRO
VII
828.
QUADRO
VIII
829.
QUADRO
IX
830.
QUADRO
X
831.
QUADRO
XI
832.
QUADRO
XII
833.
Sumário
Geral do Subtomo I -
Páginas 1/1280
1ª Edição 2014 – MAIO - 1ª Reedição 2014 –
OUTUBRO – Tema: Farmacologia
Clínica - Aplicada as Drogas Quimioterápicas - FORMAÇÃO CONTINUADA - EM SAÚDE -
Especialização em Oncologia - Formação Continuada Lato Sensu - Pesquisador
SUMÁRIO GERAL DO SUBTOMO II
SUMÁRIO GERAL
TOMO
I SUBTOMO II
SUMÁRIO - Capítulo III -
Oncologia(Câncer) – Aspectos fundamentais
834.
Introdução.
835.
A
Justiça tornou-se uma das vias.
836.
Como
as ações judiciais na saúde.
837.
Que
podemos entender como judicialização da saúde?
838.
Políticas
públicas destinadas a concretização dos direitos sociais.
839.
Direitos
Sociais.
840.
No
Estado Brasileiro os avanços relevantes.
841.
TÍTULO
I DOS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS.
842.
TÍTULO
II - DOS DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS
843.
CAPÍTULO
I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS.
844.
CAPÍTULO
II - DOS DIREITOS SOCIAIS.
845.
Introduzir
a alimentação como direito social.
846.
EMENDA
CONSTITUCIONAL Nº 64, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2010.
847.
ONCOLOGIA.
848.
Saúde
recebe projetos para incentivo fiscal.
849.
PROGRAMA
- Pronon e ao Pronas/PCD.
850.
ONCOLOGIA: incentivo fiscal. A Portaria nº 1.550.
851.
CAPÍTULO
I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS.
852.
Seção
I - Do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON).
853.
Seção
II - Do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência
(PRONAS/PCD).
854.
Seção
III - Do Comitê Gestor do PRONON e do PRONAS/PCD.
855.
CAPÍTULO
II - DAS COMPETÊNCIAS.
856.
CAPÍTULO
III - DO CREDENCIAMENTO E DO DESCREDENCIAMENTO.
857.
Seção
I - Do Credenciamento das Instituições ao PRONON e ao PRONAS/ PCD.
858.
Seção
II - Do Descredenciamento das Instituições Junto ao PRONON e ao PRONAS/PCD.
859.
CAPÍTULO
IV - DOS PROJETOS NO ÂMBITO DO PRONON E DO PRONAS/ PCD.
860.
Seção
I - Da Apresentação de Projetos.
861.
Subseção
I - Dos Projetos de Prestação de Serviços Médico-Assistenciais.
862.
Subseção
II - Dos Projetos de Pesquisa.
863.
Subseção
III - Dos Projetos de Formação, Capacitação e Aperfeiçoamento de Recursos
Humanos.
864.
Subseção
IV - Dos Projetos que Preveem a Realização de Reformas.
865.
Subseção
V - Dos Projetos que Preveem a Aquisição de Equipamentos e Materiais
Permanentes.
866.
Subseção
VI - Dos Projetos que Preveem Aquisição de Medicamentos, Kits Diagnósticos,
Materiais Médico-Hospitalares, Órteses, Próteses e Outros Produtos para a
Saúde.
867.
Subseção
VII - Dos Projetos que Preveem Comodato ou Cessão de Uso de Bens Imóveis ou
Equipamentos.
868.
Seção
II - Das Vedações.
869.
Seção
III - Da Análise do Projeto.
870.
Seção
IV - Da Publicação do Resultado da
Análise Técnica.
871.
CAPÍTULO
V - DAS DOAÇÕES.
872.
Seção
II - Da Transferência de Bens Móveis e Imóveis.
873.
Seção
III - Da Realização de Despesas com Reformas.
874.
Seção
IV - Da Doação de Medicamentos, Kits Diagnósticos, Materiais
Médico-Hospitalares, Órteses, Próteses e Outros Produtos para a Saúde.
875.
CAPÍTULO
VI - DA EXECUÇÃO DOS PROJETOS.
876.
CAPÍTULO
VII - DO MONITORAMENTO, DA PRESTAÇÃO DE CONTAS E DA AVALIAÇÃO TÉCNICA.
877.
Seção
I - Do Monitoramento.
878.
Seção
II - Da Prestação de Contas.
879.
Seção
III - Da Análise da Prestação de Contas.
880.
CAPÍTULO
VIII - DO ATO DE INABILITAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES DO PRONON E DO
PRONAS/PCD.
881.
CAPÍTULO
IX - DA TOMADA DE CONTAS ESPECIAL.
882.
CAPÍTULO
X - DISPOSIÇÕES FINAIS.
883.
Genoma
x Câncer de Mama.
884.
A
Rede Cegonha.
885.
Política
Nacional de Assistência Oncológica.
886.
Programa
Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon).
887.
Saúde
Integral das Mulheres.
888.
Combate
ao Desperdício, Transparência e Qualidade da Gestão do SUS.
889.
Anexo
I.
890.
Lei
nº 12.732, de 22 de novembro de 2012.
891.
Cientistas
da Rede de Pesquisa sobre o Câncer.
892.
Genoma
do câncer de mama.
893.
Câncer
de mama.
894.
Nota
Jornalística Internacional.
895.
Mulheres
com tendência hereditária a desenvolver CÂNCER DE MAMA.
896.
Uma
nova geração de tecnologias de mapeamento.
897.
Ministério
da Saúde lançou um pacote de medidas para remodelar o tratamento de pacientes
com câncer pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
898.
A
lista de procedimentos inclusão de 11 terapias.
899.
A
lista de procedimentos readequação de 20 terapias.
900.
A
lista de procedimentos exclusão de 9,
terapias consideradas obsoletas.
901.
Reduzir
ao máximo a espera para o início do tratamento de câncer.
902.
As
mulheres podem se submeter a testes para BUSCAR cópias defeituosas dos dois
genes.
903.
Teste
molecular.
904.
Alguns
pacientes podem ter dez rearranjos e outros podem ter mais de cem.
905.
Com
a tecnologia de sequenciamento disponível.
906.
O
exame deve passar por mais testes clínicos antes de sua administração ser
liberada.
907.
QUESTÕES:
Jurídicas e bioéticas.
908.
GENOMA.
Projeto de Lei obriga SUS a cobrir exame dos genes BRCA1 e BRCA 2.
909.
PL
6262/2013
910.
Inteiro
teor do Projeto de Lei.
911.
LEI
Nº 11.664, DE 29 DE ABRIL DE 2008. Dispõe sobre a efetivação de ações de saúde
que assegurem a prevenção, a detecção, o tratamento e o seguimento dos cânceres
do colo uterino e de mama, no âmbito do Sistema Único de Saúde – SUS.
912.
Obrigar
o Sistema Único de Saúde (SUS) a cobrir o exame de Detecção de Mutação Genética
dos genes BRCA 1 e BRCA 2.
913.
Exame
é o mesmo que foi realizado pela atriz norte americana Angelina Jolie.
914.
Câncer
se estabelece no fundamento.
915.
Câncer
pode desenvolver-se.
916.
Fisiopatologia:
Câncer, seu desenvolvimento.
917.
No
processo através do qual uma célula normal torna-se cancerosa.
918.
Alterações
genéticas também têm sido identificada em tumores cerebrais e cânceres do
cólon, de mama, de pulmão e de ossos.
919.
Metástase.
920.
Patologia:
Tumores, neoplasia e oncolo- gia (C00-D48, 140-239).
921.
Caracterizando
o Câncer como um Tumor Primário ou Metastático.
922.
Câncer
metastático.
923.
Câncer
de mama às vezes é causado por mutações.
924.
Corpo
humano com as células cancerosas que espalham e que crescem.
925.
Carcinógenos:
Agentes Químicos que Podem Causar Câncer.
926.
Uma
grande quantidade de fatores genéticos ambientais aumenta o risco de
desenvolvimento de câncer.
927.
Os
indivíduos com anormalidades cromossômicas.
928.
Exemplo
randômico, porém contextualizado.
929.
Os
distúrbios genéticos no grupo: monogênicos.
930.
Classificação
dos distúrbios genéticos.
931.
Genética
(do grego geno; fazer nascer).
932.
Genética
Médica.
933.
Randomização
mendeliana.
934.
LINGUAGEM
MÉDICA - RANDOMIZAR, RANDOMIZADO, RANDÔMICO.
935.
Oncogenética.
936.
Teste
genético para determinação de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2.
937.
Serviço
de oncogenética surge para mapear casos hereditários ou esporádicos de câncer.
938.
Pionerismo
do médico Oncologista, Thiago Rego.
939.
Entre
as várias alterações associadas ao início do câncer, podem-se incluir
alterações genéticas.
940.
Mulheres
com mutações do BRCA1, que está localizado no lócus 17q 21.
941.
Mulheres
com mutação em BRCA2, localizado em 13q12-13.
942.
Oncogenética
pode mapear casos de câncer.
943.
No
Brasil existem diversos centros especializados em Oncogenética Molecular.
944.
Síndromes
de Predisposição Hereditária ao Câncer.
945.
Síndromes
de Li-Fraumeni e do Xeroderma Pigmentoso.
946.
Investigação
clínica e genômica do câncer hereditário.
947.
Síndrome
de Li-Fraumeni (LFS).
948.
Sequenciamento
do DNA.
949.
Ácido
desoxirribonucleico (ADN, ácido desoxirribonucleico; ou DNA, deoxyribonucleic
acid).
950.
Sequenciamento
do DNA é uma série de processos bioquímicos.
951.
Estrutura
Química do DNA.
952.
Sequenciamento
de DNA.
953.
Descrevendo
os ''BRCA1'' e ''BRCA2''.
954.
BRCA1.
955.
O
Gene BRCA1.
956.
Gene
Humano.
957.
Conhecendo
o DNA e o Gene.
958.
Preliminares.
959.
Cromossomo,
DNA e Gene.
960.
961.
Partes
das Células.
962.
As
Proteínas.
963.
Ácidos
Nucléicos.
964.
DNA
tem a capacidade de se autoduplicar.
965.
DNA.
966.
RNA.
967.
Nas
células, o DNA sempre está no núcleo.
968.
Código
Genético.
969.
Transplante
de Genes.
970.
A
molécula – Quimera de Paul Berg.
971.
Hibridomas
são linhagens celulares.
972.
Os
Elementos Genéticos Moveis.
973.
Mapeando
o genoma humano.
974.
Genoma
humano.
975.
Projeto
Genoma Humano produziu uma sequência de referencia.
976.
Mapeamento
de massa identifica uma proteína.
977.
Proteômica
ou Proteómica é a ciência da área de biotecnologia.
978.
FAPERJ.
Avanços nas Redes Genômica e Proteômica.
979.
O
que é proteoma.
980.
Conteúdo
de genes e tamanho do genoma de vários organismos(WATSON).
981.
ÁLBUM
ICONOGRÁFICO.
982.
Genes: BRCA1 (breast cancer 1, early onset).
983.
Associam-se
as Doenças.
984.
Referências
Bibliográficas.
985.
O
câncer de mama é um grupo heterogêneo de doenças.
986.
Alerta:
A incidência do câncer de mama tende a crescer progressivamente.
987.
In
situ.
988.
Epitélio
ou tecido epithelial.
989.
Referência
Bibliográfica.
990.
A
fita rosa é usada para representar.
991.
Cancro
da mama ou câncer de mama.
992.
A
retração é explicada.
993.
Reconstrução
feita em uma mulher.
994.
As
neoplasias malignas.
995.
Conheça
o programa.
996.
Informações
sobre a incidência do câncer de mama.
997.
Mortalidade.
998.
Alguns
indicadores para avaliação das ações.
999.
Brasileiras,
o objetivo deste livro é promover informações.
1000.
LEGISLAÇÃO.
1001.
Referência
Bibliográfica.
1002.
Testes
Moleculares em Oncologia.
1003.
Os
avanço no campo da genética molecular.
1004.
Nos
Estados Unidos da América (EUA).
1005.
Câncer
de mama é o tipo da doença mais comum em mulheres em todo o mundo.
1006.
Tipo
de câncer mortalidade altas entre as brasileiras.
1007.
Diagnóstico
do câncer de mama.
1008.
Vários
estudos vêm mostrando que os tumores podem ser agrupados em subtipos
moleculares com implicações clínicas.
1009.
Avanço
da genética e da biologia molecular.
1010.
Marcadores
genéticos complementares.
1011.
Marcador
genético.
1012.
Imuno-histoquímica
ou IHQ.
1013.
A
coloração imuno-histoquímica.
1014.
Imunocitoquímica
é o conjunto de técnicas Indicações de Imuno-histoquímica.
1015.
Marcadores
imuno-histoquímicos.
1016.
Para
fins didáticos apontamos alguns exemplos.
1017.
Marcadores
para Neoplasia (Oncologia).
1018.
Os
marcadores tumorais são macromoléculas.
1019.
Tumor,
palavra em latim para inchaço (um dos sinais cardinais de inflamação.
1020.
Macromoléculas.
1021.
O
presente e-book se alinha com ênfase na literatura nacional e internacional em
relação a Oncologia
1022.
A
gênese e o crescimento de células neoplásicas.
1023.
Os
marcadores são caracterizados.
1024.
Um
gene supressor de tumor é um gene.
1025.
Oncogênese
é a denominação dada aos genes Durante a divisão cellular.
1026.
Um
proto-oncogene é um gene normal.
1027.
Exemplos
de proto-oncogenes.
1028.
Funções
Das Proteínas Codificadas Por Genes Supressores De Tumor.
1029.
As
funções das proteínas codificadas por genes supressores de tumor.
1030.
Relação
ciclo celular versus dano ao DNA.
1031.
Algumas
proteínas envolvidas com a adesão celular.
1032.
Proteínas
de reparo de DNA também são classificadas como supressoras de tumor.
1033.
Pelo
menos 30 genes supressores tumorais já foram identificados.
1034.
Alguns
exemplos.
1035.
Delecção(Deleção).
1036.
Deleção
em um cromossomo.
1037.
Um
cromossomo. Iconografias.
1038.
Exemplo
mais comum deste tipo de mutação é o síndrome do cri du chat.
1039.
Funcionamento
defeituoso.
1040.
Síndrome
Cri-du-Chat.
1041.
Síndrome
de Wolf-Hirschhorn.
1042.
Sindrome
de delecção do 1p36.
1043.
Referência
Bibliográfica.
1044.
Exemplos
de marcadores oncológicos.
1045.
Marcadores
Tumorais.
1046.
CEA
tem se mostrado um dos marcadores.
1047.
CEA
também já foi definido como fator prognóstico.
1048.
Diversos
estudos têm apresentado resultados.
1049.
A
queda dos marcadores.
1050.
A
normalização pós-operatória dos níveis séricos dos marcadores.
1051.
Introdução
ao Câncer Gástrico.
1052.
Câncer
gástrico.
1053.
Adenocarcinoma
gástrico.
1054.
Nitrito
e o nitrato.
1055.
Alimentação:
consumir alimentos ricos em vitaminas e fibras.
1056.
Referências.
1057.
Câncer
gástrico, pode ter início em qualquer parte do estômago.
1058.
Incidência.
1059.
Atores
de risco.
1060.
Uma
alimentação pobre em vitaminas A e C, carnes e peixes ou ainda com alto consumo
de nitrato, alimentos defumados, enlatados, com corantes ou conservados no sal
são fatores de risco para o aparecimento do câncer de estômago.
1061.
Prevenção.
1062.
Na
metástase - Fatores causais.
1063.
Tabagismo
é a causa principal de aproximadamente 90% dos casos de câncer de pulmão em
homens e de cerca de 70% em mulheres.
1064.
Na
página do autor, no face book.
1065.
Perguntas
para fazer ao seu médico.
1066.
Marcadores
Tumorais.
1067.
Exemplos
de marcadores tumorais, os principais.
1068.
Volume
I deste livro foi desmembrado em cinco volumes denominados Sub Tomos, I, II,
III e IV, e Volume Único.
1069.
Em
outros tomos teremos a oportunidade de interagir com o conhecimento MARCADORES
TUMORASIS.
1070.
Marcador
ideal.
1071.
Na
história da medicina os marcadores são importantes para fins didáticos.
1072.
Historiografia
Médica Científica.
1073.
Mieloma
múltiplo é uma doença hematológica.
1074.
Diagnóstico.
1075.
Exames
necessários para o diagnostico.
1076.
Quimioterapia
e outras drogas.
1077.
Um
esquema de quimioterapia oral combinando velcade, melfalano e prednisona (VMP)
é considerado o padrão em pacientes idosos.
1078.
Em
2006 foi disponibilizado no mercado brasileiro o bortezomibe (Velcade®).
1079.
Bifosfonatos
e outras drogas.
1080.
A
eritropoetina, em geral.
1081.
Cirurgia.
1082.
Radioterapia.
1083.
Informações
gerais.
1084.
Listamos
algumas perguntas a serem dirigidas ao especialista medico.
1085.
Dicionário
de termos citados.
1086.
Plasmaférese.
1087.
Transplante
de Células Tronco Hematopoéticas (TCTH).
1088.
TCTH
alogênico
1089.
Recidiva
após realização do transplante.
1090.
TCTH
não é um procedimento curativo do mieloma múltiplo
1091.
Efeitos
Colaterais do tratamento.
1092.
Termo
EFEITOS COLATERAIS.
1093.
Alopécia.
1094.
Náusea
e vômito.
1095.
Efeitos
na formação das células sanguíneas.
1096.
Sintomas
do Mieloma Múltiplo.
1097.
Cansaço
e fraqueza.
1098.
Fatores
de risco para Mieloma Múltiplo.
1099.
Conclusão.
1100.
Amilase
da saliva humana.
1101.
A
amilase sérica.
1102.
Amilase
e Uso Clínico
1103.
Várias
doenças abdominais podem cursar com aumento de amilasemia e lipasemia.
1104.
Diagnostico
diferencial
1105.
A
suspeita da pancreatite aguda
1106.
INTRODUÇÃO.
1107.
A
amilasemia
1108.
Doutrina.
1109.
Amilase.
1110.
Os
níveis de amilase.
1111.
Doutrina.
1112.
Lípase.
1113.
Os
lípidos podem ser de origem animal ou vegetal.
1114.
A
digestão dos lípidos inicia-se no intestino Delgado.
1115.
No
duodeno, o quimo é misturado com a bílis.
1116.
As
lípases são sintetizadas, essencialmente, ao nível do pâncreas.
1117.
A
lípase pancreática.
1118.
Fisiologia
e Anatomia.
1119.
Digestão
no intestino delgado.
1120.
Na
digestão química.
1121.
Bile.
1122.
Suco
pancreático.
1123.
Destino
dos alimentos
1124.
Intestino
grosso.
1125.
Anatomia
do Intestino Grosso.
1126.
Funções
do Intestino Grosso.
1127.
No
intestino grosso.
1128.
Digestão(no
intestino delgado).
1129.
Quadro
serve para fixar as etapas de digestão.
1130.
Laboratório
de Análises Clínicas.
1131.
AMILASE.
1132.
Preparo
do paciente.
1133.
Laboratório
de Análises Clínicas.
1134.
LIPASE.
1135.
A
lipase é portanto um.
1136.
Preparo
do paciente.
1137.
Neoplasia
Pancreática.
1138.
Câncer
de Pâncreas.
1139.
EPIDEMIOLOGIA
E FATORES DE RISCO.
1140.
BIOLOGIA
MOLECULAR E PATOLOGIA.
1141.
Neoplasias
Sólidas (Pâncreas Exócrino).
1142.
Carcinoma
acinar.
1143.
Imunohistoquímica:
tripsina, lípase, quimiotripsina.
1144.
Pancretoblastoma.
1145.
Linfoma
primário.
1146.
Neoplasias
Císticas (Pâncreas Exócrino).
1147.
Neoplasias
Endócrinas.
1148.
DIAGNÓSTICO.
1149.
QUADRO
CLÍNICO (Carcinoma ductal ivasivo).
1150.
Fígado
pode ser palpável.
1151.
EXAMES
LABORATORIAIS.
1152.
EXAMES
DE IMAGEM.
1153.
BIÓPSIAS.
1154.
Concluímos
citando as datas.
1155.
Conclusão
temática.
1156.
Remetemos
os leitores para os próximos.
1157.
Vida
moderna estimula casos de câncer.
1158.
É
indiscutível que a vida moderna trouxe relevantes benefícios a sociedade.
1159.
Na
contra mão da razoabilidade.
1160.
ALIMENTOS
ENLATADOS.
1161.
ALIMENTOS
MOFADOS.
1162.
ALIMENTOS
COLORIDOS ARTIFICIALMENTE (ANILINAS).
1163.
GORDURAS.
1164.
ALIMENTOS
DEFUMADOS, MUTO SALGADOS E EM CONSERVAS.
1165.
Bibliografia
do Capítulo na Ordem do Alfabeto.
SUMÁRIO - Capítulo IV
TOMO I - SUBTOMO II
Judicialização da Saúde em Oncologia –
CANCEROLOGIA.
Capítulo
IV - Oncologia(Câncer)
1166.
Normas
administrativas que impõe direitos –
1167.
Legislação
Republicana
1168.
REFERÊNCIAS
AULAS VIRTUAIS VINCULADAS AO CAPÍTULO III.
1169.
Inicialmente
uma comunicação.
1170.
Princípios.
1171.
Entenda,
entre tantas razões.
1172.
As
doenças cardiovasculares continuam na liderança do ranking.
1173.
Alerta
o docente.
1174.
Diante
das limitações orçamentárias.
1175.
NOTA
DO AUTOR.
1176.
Durante
a revisão
1177.
Lenalidomida.
1178.
No
congresso anual da American Society of Hematology (ASH).
1179.
A
ANVISA indeferiu o pedido de licenciamento da LENALIDOMIDA.
1180.
A
farmacovigilância é o trabalho de acompanhamento do desempenho dos medicamentos
1181.
ANVISA
EMITE NOTA SOBRE INDEFERIMENTO DA LENALIDOMIDA.
1182.
Conhecendo
os detalhes.
1183.
Registro
do medicamento contendo lenalidomida.
1184.
Com
base na avaliação dos dados apresentados pelo laboratório.
1185.
Senadores
e Anvisa buscam solução para uso de Lenalidomida no Brasil.
1186.
A
Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
1187.
Da
Importação.
1188.
MINISTÉRIO
PÚBLICO FEDERAL.
1189.
Combinação.
1190.
Christine
Battistini.
1191.
Farmacologia
Clínica Aplicada.
1192.
LENALIDOMIDA
PARA O TRATAMENTO DE MIELOMA MÚLTIPLO.
1193.
Interferon.
1194.
Linfócito
normal (coloração de May-Grünwald Giemsa).
1195.
Interferão-beta
humano.
1196.
interferões
(IFN), alfa, beta e gama.
1197.
termo
lectina.
1198.
A
lenalidomida deriva da talidomida.
1199.
Medicamento lenalidomida é efetivo e seguro para o
tratamento de mieloma múltiplo?
1200.
A
revisão sistemática de literature.
1201.
Conselho
Regional de Medicina do Paraná.
1202.
Fornecimento
do Revlimid.
1203.
SUPERIOR
TRIBUNAL DE JUSTIÇA assim já decidiu.
1204.
É
importante dizer que a introdução do REVLIMID.
1205.
Médicos,
Advogados e Usuário. A arma para.
1206.
AgRg
no AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 401.879 - PE (2013⁄0328736-4).
1207.
MULTA
E EXERCÍCIO ABUSIVO DO DIREITO DE RECORRER.
1208.
Trata-se
de agravo de instrumento interposto pelo Estado do Rio Grande do Sul.
1209.
CONCLUSÃO.
1210.
DO
MPF e MPE.
1211.
LEGITIMIDADE
- MINISTÉRIO PÚBLICO - AÇÃO CIVIL PÚBLICA - FORNECIMENTO DE REMÉDIO PELO
ESTADO.
1212.
Universidade
Aberta Integrada de Minas Gerais(Universidade Pública do Governo Estadual de
Minas Gerais).
1213.
A
UAITEC.
1214.
CURSO
SEMINÁRIO REPENSANDO O CÂNCER.
1215.
Blog
do Professor César Augusto Venâncio da Silva, REPENSANDO O CÂNCER.
1216.
AULA
VIRTUAL.
1217.
Câncer
- Causa e tratamento.
1218.
A
cura para o Câncer.
1219.
NOTA.
JORNALÍSTICA.
1220.
Milagre
Gerson. –
1221.
A
cura para o Câncer.
1222.
Modelo
de Assistência.
1223.
Aos
leitores do autor.
1224.
Os
pesquisadores, intelectuais, ativistas, autoridades, em geral.
1225.
Os
movimentos sociais e os Poderes Públicos devem buscar.
1226.
Criar
junto ao Departamento de assistência Básica à Saúde.
1227.
Algumas
recomendações em relação ao. MODELO DE ASSISTÊNCIA a paciente oncológico.
1228.
Conhecendo
seus direitos.
1229.
TRIBUNAL
DE CONTAS fez publicar o Enunciado nº 9.
1230.
Por
fim entendemos que o cidadão conhecendo
seus direitos.
1231.
LEGISLAÇÃO.
1232.
Jurisprudência.
1233.
A
segurança juridica.
1234.
Conceito:
Regulamentos e Portarias.
1235.
Regulamento.
1236.
Portaria.
1237.
Direitos
Difusos.
1238.
Dentro
do viés do Estado Social.
1239.
A
órbita constitucional do direito à saúde.
1240.
Ministério
Público e Defensoria Pública.
1241.
Bibliografia
Suplementar Recomendada.
1242.
Lei
Federal nº 12.732/2012: Dispõe sobre o primeiro tratamento de paciente com
neoplasia maligna comprovada e estabelece prazo para seu início.
1243.
PORTARIA
EXPEDIDAS PELO GABINETE DO MINISTRO DA SAÚDE DO BRASIL.
1244.
MS/GM
Portaria 1220/2014: Altera o art. 3º da Portaria nº 876/GM/MS, de 16 de maio de
2013, que dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012,
que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia maligna
comprovada, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
1245.
PORTARIA
MS/GM Nº 876, DE 16 DE MAIO DE 2013. ALTERADA PELA PORTARIA MS/GM Nº 1.220, DE
03-06-2014. Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de
2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do paciente com neoplasia
maligna comprovada, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
1246.
ANEXO.
1247.
A
solicitação de exame citopatológico ou histopatológico.
1248.
ATENÇÃO
PARA AS ALTERAÇÕES NORMATIVAS, EM RELAÇÃO A PORTARIA EM COMENTO. MS/GM Portaria
nº 140/2014: Redefine os critérios e parâmetros para organização, planejamento,
monitoramento, controle e avaliação dos estabelecimentos de saúde habilitados
na atenção especializada em oncologia e define as condições estruturais,de
funcionamento e de recursos humanos para a habilitação destes estabelecimentos
no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
1249.
Tabela
de Habilitações do SCNES, os códigos de habilitações.
1250.
MS/GM
Portaria nº 189/2014: Institui o Serviço de Referência para Diagnóstico e
Tratamento de Lesões Precursoras do Câncer do Colo de Útero (SRC), o Serviço de
Referência para Diagnóstico de Câncer de Mama (SDM) e os respectivos incentivos
financeiros de custeio e de investimento para a sua implantação.
1251.
MS/GM
Portaria nº 3394/2013: Institui o Sistema de Informação de Câncer (SISCAN) no
âmbito do Sistema Único de Saúde.
1252.
SISCAN, perfis operacionais.
1253.
MS/GM
Portaria nº 2898/2013: Atualiza o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia
(PNQM). Anexos.
1254.
MS/GM
Portaria nº 1253/2013: Altera atributos de procedimentos na Tabela de
Procedimentos, Medicamentos, Órteses, Próteses e Materiais Especiais do Sistema
Único de Saúde.
1255.
Coordenação-Geral
dos Sistemas de Informação do Departamento de Regulação, Avaliação e Controle
de Sistemas da Secretaria de Atenção à Saúde.
1256.
MS/GM
Portaria nº 874/2013: Institui a Política Nacional para a Prevenção e Controle
do Câncer na Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito
do Sistema Único de Saúde (SUS).
1257.
A
Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer.
1258.
Dos
Princípios Gerais da Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer.
1259.
Dos
Princípios e Diretrizes Relacionados à Promoção da Saúde.
1260.
Dos Princípios
e Diretrizes Relacionados à Prevenção do Câncer.
1261.
Dos
Princípios e Diretrizes Relacionados à Vigilância, ao Monitoramento e à
Avaliação.
1262.
Dos
Princípios e Diretrizes Relacionados ao Cuidado Integral.
1263.
Dos
Princípios e Diretrizes Relacionados à Ciência e à Tecnologia.
1264.
Dos
Princípios e Diretrizes Relacionados à Educação.
1265.
Dos
Princípios e Diretrizes Relacionados à Comunicação em Saúde.
1266.
Das
Responsabilidades das Esferas de Gestão
do SUS.
1267.
Ao
Ministério da Saúde compete.
1268.
Às
Secretarias Municipais de Saúde compete.
1269.
Das
Responsabilidades das Estruturas.
1270.
Operacionais
das Redes de Atenção à Saúde.
1271.
Os
parâmetros, as metas e os indicadores para avaliação e monitoramento da
Política Nacional para a Prevenção e Controle do Câncer.
1272.
DO
FINANCIAMENTO.
1273.
As
instâncias gestoras do SUS, Comissão Intergestores Tripartite (CIT), CIB e CIR
pactuarão as responsabilidades dos entes.
1274.
MS/GM
Portaria nº 252/2013: Institui a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com
Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Atenção para a
integralidade do texto revogado.
1275.
PORTARIA
Nº 483, DE 1º DE ABRIL DE 2014 - Redefine a Rede de Atenção à Saúde das Pessoas
com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e estabelece
diretrizes para a organização das suas linhas de cuidado.
1276.
Rede
de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas no âmbito do Sistema Único
de Saúde (SUS).
1277.
Os
princípios da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.
1278.
São
objetivos da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.
1279.
São
objetivos específicos da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças
Crônicas.
1280.
Compete
às Secretarias de Saúde dos Estados.
1281.
A
Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.
1282.
A
Atenção Básica constitui-se.
1283.
Subcomponente
hospitalar da Atenção Especializada.
1284.
Os
Sistemas de Apoio constituem sistemas de apoio diagnóstico e terapêutico, tais
como patologia clínica e imagens e de assistência farmacêutica.
1285.
Compete
aos Sistemas Logísticos.
1286.
A
Regulação constitui o componente de gestão para qualificar a demanda e a
assistência prestada.
1287.
A
Governança constitui a capacidade de intervenção.
1288.
A
implantação da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas.
1289.
MS/GM
Portaria nº 931/2012: Institui o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema
Único de Saúde (SUS).
1290.
São
objetivos do Plano de Expansão da Radioterapia no SUS.
1291.
Para
fins de criação ou ampliação de serviços de radioterapia, são elegíveis para
adesão ao Plano de Expansão da Radioterapia no.
1292.
A
Portaria que Institui o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de
Saúde (SUS).
1293.
MEDICINA
NUCLEAR.
1294.
Tipos
de Radiação Utilizados.
1295.
Tipos
de Radiofármacos Utilizados.
1296.
Índio.
-
1297.
Referência
para pesquisa complementar.
1298.
A
ANVISA promoveu (em 2013) curso de capacitação.
1299.
Da
Norma.
1300.
A
Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).
1301.
RESOLUÇÃO
DA COMISSÃO NACIONAL DE ENERGIA NUCLEAR - CNEN Nº 130 DE 31.05.2012. D.O.U:
04.06.2012.
1302.
Da
Prática de Radioterapia.
1303.
Dos
Atos Administrativos e Requerimentos.
1304.
Da
Autorização para Construção.
1305.
Relatório
Preliminar de Análise de Segurança
1306.
Da
Autorização para Operação.
1307.
DAS
RESPONSABILIDADES EM SERVIÇOS DE RADIOTERAPIA
1308.
Do
Titular do Serviço de Radioterapia.
1309.
Do
Responsável Técnico pelo Serviço de Radioterapia.
1310.
Do
Supervisor de Proteção Radiológica de Radioterapia.
1311.
Do
Especialista em Física Médica de Radioterapia.
1312.
Especialista
em física médica de radioterapia deve obrigatoriamente.
1313.
Dos
Indivíduos Ocupacionalmente Expostos.
1314.
Da
Investigação de Exposições Médicas não Planejadas.
1315.
DOS
REQUISITOS DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO RADIOLÓGICA EM RADIOTERAPIA.
1316.
Dos
Requisitos Gerais.
1317.
Do
Controle e Monitoração de Área.
1318.
Das
Blindagens de Fontes de Radiação.
1319.
Do
Programa de Garantia da Qualidade de Fontes de Radiação e de Sistemas de
Planejamento de Tratamento.
1320.
DOS
REQUISITOS DO PROJETO E OPERAÇÃO DE SERVIÇOS DE RADIOTERAPIA.
1321.
Das
Áreas.
1322.
Dos
Sistemas de Segurança para Salas com Fonte de Radiação.
1323.
Da
Segurança de Fontes de Radiação.
1324.
Dos
Instrumentos de Medição.
1325.
Dos
Aparelhos Geradores de Feixes de Raios X até 300 keV.
1326.
Dos
Aceleradores de Partículas Geradores de Feixes de Fótons.
1327.
Das
Fontes Seladas para Teleterapia.
1328.
Das
Fontes Seladas para Braquiterapia de Alta Taxa de Dose.
1329.
Das
Fontes Seladas para Braquiterapia de Baixa Taxa de Dose.
1330.
DOS
REGISTROS.
1331.
A
CNEN exercerá a necessária autoridade prevista em lei para intervir em casos de
não cumprimento dos requisitos de normas em Medicina Nuclear utilizada em
Oncologia.
1332.
Os
exames de medicina nuclear são benéficos para estudar danos anatomofisiológico
Utilidade e Risco.
1333.
Cancro:
Cintilografias Oncológicas.
1334.
Os
exames de medicina nuclear são seguros e indolores.
1335.
A
mamografia é um exame de diagnóstico por imagem.
1336.
Falsos
negatives.
1337.
Falsos
positives.
1338.
BI-RADS (Breast Image Reporting and Data System)
mamografia.
1339.
As
categorias de avaliação do BI-RADS.
1340.
Descrição
detalhada.
1341.
Mamografia
Diagnóstica.
1342.
Posição.
1343.
Cooperação
da paciente.
1344.
Compressão.
1345.
MICROCALCIFICAÇÕES.
1346.
Biópsia
Mamária.
1347.
que
esperar de uma biópsia.
1348.
Biópsia
por agulha grossa.
1349.
Uma
biópsia por agulha grossa pode ser realizada.
1350.
Biópsia
guiada por imagem.
1351.
A
biópsia estereotáxica, é um procedimento.
1352.
Biópsia
cirúrgica.
1353.
Ressonância
de Mamas.
1354.
Tecnologia
avançada de imagem para o câncer de mama.
1355.
Novas
técnicas de imagem mais sofisticadas vêm sendo desenvolvidas.
1356.
Conclusão.
1357.
Lista
medicina nuclear.
1358.
Bibliografia
Suplementar Recomendada.
1359.
MS/GM
Portaria nº 531/2012: Institui o Programa Nacional de Qualidade da Mamografia.
Foi revogada a Portaria nº 531/GM/MS.
1360.
PORTARIA
Nº 531, DE 26 DE MARÇO DE 2012. Institui o Programa Nacional de Qualidade em
Mamografia (PNQM).
1361.
PNQM
tem os seguintes objetivos.
1362.
DOS
CRITÉRIOS DE QUALIDADE DO PNQM.
1363.
Das
Imagens Radiográficas.
1364.
Do
Laudo Radiográfico.
1365.
DO
MONITORAMENTO DO PNQM.
1366.
PORTARIA
Nº 2.898, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2013. Atualiza o Programa Nacional de Qualidade
em Mamografia (PNQM).
1367.
PNQM
tem abrangência nacional e se aplica a todos os estabelecimentos de saúde
públicos e privados que realizam mamografia e que sejam vinculados ou não ao
Sistema Único de Saúde (SUS).
1368.
ANEXO
PORTARIA Nº 2.898, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2013. Atualiza o Programa Nacional de
Qualidade em Mamografia (PNQM).
1369.
ANEXO
I.
1370.
PROGRAMA
NACIONAL DE QUALIDADE EM MAMOGRAFIA – PNQM.
1371.
PROGRAMA
DE GARANTIA DE QUALIDADE- PGQ.
1372.
Formulário
de Avaliação.
1373.
MS/SAS
Portaria nº 939/2011: Altera o nome do procedimento Exame anatomopatológico
para congelamento/parafina (excetocolo uterino e mama) - peça cirúrgica.
1374.
MS/GM
Portaria nº 2.012/2011: Estabelece recursos adicionais para o fortalecimento
das ações de rastreamento e diagnóstico precoce dos cânceres do colo uterino e
de mama.
1375.
Procuradoria
Geral da República: Atuação Ministerial Federal para cumprimento de direitos e
deveres difusos.
1376.
PORTARIA
Nº 270, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2011.
1377.
PORTARIA
Nº 282, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011.
1378.
PORTARIA
EXPEDIDAS PELO GABINETE DO MINISTRO DA SAÚDE DO BRASIL.
1379.
MS/GM
Portaria nº 1.682/2011: Institui o Grupo Coordenador Nacional da Força-Tarefa
para a Avaliação dos laboratórios de citopatologia no âmbito do SUS.
1380.
MS/MS
Portaria nº 558/2011: Constitui o Comitê Técnico Assessor para acompanhamento
da política de prevenção, diagnóstico e tratamento dos cânceres de colo de
útero e de mama.
1381.
MS/SAS
Portaria nº 1.856/2010: Altera a Portaria 1183 e prorroga em dezoito meses o
financiamento dos exames de mamografia pelo FAEC.
1382.
MS/SAS
Portaria nº 1.183/2009: Altera o procedimento mamografia unilateral
(02.04.03.003-0) e inclui o procedimento Mamografia Bilateral para Rastreamento
(02.04.03.018-8), com financiamento pelo FAEC.
1383.
MS/SAS
Portaria nº 215/2009: Prorroga o prazo para início da utilização exclusiva do
SISMAMA para faturamento dos exames.
1384.
MS/SAS
Portaria nº 779/2008: Em vigor desde junho de 2009, institui o Sistema de
Informação do Câncer de Mama (SISMAMA).
1385.
MS
Portaria nº 2918 / 13 nov 2007: Exclui e altera procedimentos da tabela SIA/SUS
e SIH/SUS relativos ao controle do câncer de colo do útero e de mama.
1386.
MS/GM
Portaria nº 18/2012: Incorpora o medicamento trastuzumabe no Sistema Único de
Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de mama localmente avançado. Ministério
da Saúde - Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos.
1387.
PORTARIA
Nº 18, DE 25 DE JULHO DE 2012.
1388.
Torna
pública a decisão de incorporar o medicamento trastuzumabe no Sistema Único de
Saúde (SUS) para o tratamento do câncer de mama localmente avançado.
1389.
Farmacologia
Clínica Aplicada: Droga.
1390.
Anticorpo
monoclonal.
1391.
Do
epítopo.
1392.
As
células exterminadoras naturais ou células NK (do inglês Natural Killer Cell).
1393.
Têm
um papel importante no combate a infecções virais e células tumorais.
1394.
As
células NK são componentes importantes na defesa imunitária não especifica.
1395.
A
molécula de adesão celular neuronal.
1396.
As
células NK são citotóxicas, ou seja, identificam as células que exibem um sinal
de mal funcionamento e as destroem.
1397.
A
citotoxicidade é a propriedade nociva de uma substância em relação às células.
1398.
Linfócitos
são leucócitos agranulócitos, mononucleados e parte do sistema imune
específico.
1399.
As
células citotóxicas do imunossistema humano incluem.
1400.
Trastuzumabe.
1401.
NOTA
DO AUTOR.
1402.
anticorpo
é uma IgG que contém trechos humanos que ligam-se à HER2.
1403.
gentamicin
não é detectado no produto final.
1404.
HER2/neu (Human Epidermal growth factor Receptor 2.
1405.
Oncogene.
1406.
Um
proto-oncogene.
1407.
Agente
antineoplásico . Herceptin®.
1408.
INFUSÃO
VIA INTRAVENOSA.
1409.
COMPOSIÇÃO.
1410.
Na
terapia do Câncer gástrico avançado o Herceptin® em associação com capecitabina
ou 5-fluorouracil (5-FU) intravenoso.
1411.
Pesquisa
Clínica.
1412.
Considerações
e definições para Pesquisa Clínica.
1413.
Estudo
Clínico.
1414.
Definição.
1415.
Fase
Pré-clínica.
1416.
As
Fases Pré-clínica.
1417.
FPC -
Fase I - .
1418.
FPC -
Fase II (Estudo Terapêutico Piloto).
1419.
Estudo
Terapêutico Piloto – .
1420.
FPC -
Fase III - Estudos internacionais e workshops).
1421.
FPC -
Fase III - Estudo Terapêutico Ampliado.
1422.
FPC -
Fase IV - Após aprovação para comercialização do produto.
1423.
FPC -
Fase IV - São pesquisas realizadas depois de comercializado o produto e/ou
especialidade medicinal.
1424.
presente
SUBTOMO II é uma obra que objetiva servir-se como meio didático.
1425.
Um
estudo clínico é uma avaliação experimental de um produto.
1426.
ESTUDOS
DE EFICÁCIA E SEGURANÇA.
1427.
Estudo
- Eficácia - Conceito – Classificação.
1428.
Estudos
de Toxicidade de Dose Única.
1429.
Estudo
de Toxicidade Reprodutiva-Fertilidade e desenvolvimento embrionário inicial.
1430.
Estudo
de Genotoxicidade.
1431.
Estudo
de Tolerância. Local-Testes de Tolerância no Local de Administração.
1432.
Estudo
de Tolerância Local-Teste de Toxicidade Sistêmica.
1433.
Estudo
de Tolerância Local- Testes de Tolerância para Vias Específicas de
Administração.
1434.
Estudo
de Tolerância Local - Potencial de Sensibilidade.
1435.
objetivo
destes estudos é saber se os medicamentos (substâncias ativas e excipientes)
são tolerados em locais do corpo que poderão entrar em contato com o produto em
conseqüência da sua administração na prática clínica.
1436.
Estudo
de Carcinogenicidade.
1437.
Identificar
substâncias que possam causar um desenvolvimento de câncer em algum local por
algum mecanismo.
1438.
Estudos
de Interesse para a Avaliação da Segurança Farmacológica.
1439.
Estudos
para avaliar a toxicidade da droga no Sistema Nervoso Central, Respiratório,
Renal, entre outros.
1440.
Conferência
Internacional de Harmonização dos Requisitos.
1441.
Técnicos
para o Registro de Produtos Farmacêuticos para Uso Humano.
1442.
Principal
resultado da Conferência.
1443.
RESULTADOS
DE EFICÁCIA.
1444.
A
evolução do câncer metastático.
1445.
Sintomas
do câncer metastático.
1446.
Tratamento
inclui terapia de radiação, terapia hormonal, cirurgia, quimioterapia e terapia
biológica.
1447.
Câncer
de mama inicial.
1448.
câncer
de mama pode se manifestar de diversas formas.
1449.
Acreditamos
que a presente obra busca atingir o “princípio da orientação.
1450.
As
primeiras informações sobre o tipo de tumor costumam vir no resultado da
biópsia, que informa se o carcinoma.
1451.
As
mamas são glândulas formadas por lobos.
1452.
Principais
Sintomas.
1453.
Principal
sintoma sempre será a identificação de um nódulo no seio.
1454.
Já os
sintomas de câncer de mama avançado incluem outros sinais.
1455.
FATORES
DE RISCO - História Familiar.
1456.
REFERÊNCIA
DE PESQUISA.
1457.
Para
facilitar a localização das alterações observadas na mama(Anatomia descritiva
da Mama).
1458.
Diagrama
esquemático de um seio (seção de uma mulher adulta humana).
1459.
Durante
o auto-exame ou EXAME CLÍNICO da mama.
1460.
USO
de HERCEPTIN.
1461.
No
câncer de mama.
1462.
No
estudo BO16348, o câncer de mama inicial foi limitado a operável.
1463.
Câncer
de Mama Masculino.
1464.
Câncer
de mama masculino é uma doença muito rara.
1465.
Assim
como outros tipos de câncer, o câncer de mama masculino tem a sua causa ainda
desconhecida.
1466.
Muitos
casos de câncer de mama masculino são diagnosticados em estágio avançado.
1467.
Diagnóstico
utilizado para detectar o câncer de mama.
1468.
Da
pesquisa citada.
1469.
A
pesquisa ressalta a importância de estudar tecidos humanos saudáveis como uma
forma de identificar a origem celular do cancer.
1470.
Da
anatomia da mama masculina.
1471.
ANATOMIA
E FISIOLOGIA DAS MAMAS.
1472.
Anatomia
das Mamas.
1473.
Anatomia
Muscular.
1474.
Anatomia
da Pele.
1475.
Anatomia
do Tecido Adiposo (Gorduroso).
1476.
Anatomia
da Aréola.
1477.
Anatomia
do Mamilo: O mamilo, ou também chamado de papilla.
1478.
Fisiologia
das Mamas: As mamas são glândulas sudoríparas modificadas.
1479.
Estradiol.
1480.
Progesterona.
1481.
Prolactina.
1482.
Testosterona.
1483.
Nos
homens, a testosterona é fundamental para o desenvolvimento dos tecidos
reprodutores masculinos
1484.
Referência
de pesquisas extraordinária.
1485.
Conclusão.
1486.
Inicialmente.
1487.
Herceptin®.
Câncer gástrico avançado. No estudo de origem mais detalhes encontra-se na
Tabela 6 Resumo de eficácia (estudo BO18255).
1488.
A
maioria dos óbitos foi devida a eventos relacionados com o câncer subjacente.
1489.
A
quimioterapia oncológica teve uma expressiva evolução ao longo das últimas
cinco décadas.
1490.
Quimioterapia
de indução é administrada em neoplasias avançadas, podendo ser paliativa.
1491.
A
prevenção do câncer tem sido objeto de especulação desde a década de 1950.
1492.
Quanto
ao tratamento, os desfechos clínicos da terapia.
1493.
Segundo
fator determinante da terapia é o estadiamento da doença, o qual orienta a
resposta a tratamento.
1494.
Há
outros fatores prognósticos específicos a cada caso, tais como genética,
hereditariedade, dieta, exposição ambiental etc.
1495.
A maioria
dos antineoplásicos atua sobre células que estão no ciclo celular que
compreende as.
1496.
TERAPIA
DO CÂNCER: MEDICINA BASEADA NA EVIDÊNCIA, PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO.
1497.
CARACTERÍSTICAS
FARMACOLÓGICAS DO TRASTUZUMABE.
1498.
A
farmacogenômica é uma ciência relativamente nova mas em grande evolução.
1499.
A
farmacogenômica envolve a aplicação de tecnologias como o seqüenciamento de
DNA.
1500.
A
Farmacogenética comprova.
1501.
Bibliografia
Indicativa para pesquisadores.
1502.
Bibliografia
Indicativa para pesquisadores de instituições envolvidas nas pesquisas.
1503.
Nota
Supletiva.
1504.
Pertuzumabe.
1505.
Detalhes
para análise diferencial.
1506.
Trata-se
do primeiro fármaco oral que atua sobre dois receptores (ErbB1 e ErbB2).
1507.
APRESENTAÇÃO:
Solução para diluição para infusão.
1508.
Os
aspectos bioéticos deste novo medicamento.
1509.
Impactos
Cardiológico.
1510.
Medicamentos
que bloqueiam a atividade de HER2, incluindo Perjeta, podem reduzir a fração de
ejeção do ventrículo esquerdo.
1511.
Anatomia
e Fisiologia. Estrutura do coração.
1512.
As
paredes das cavidades do coração apresentam espessuras diferentes.
1513.
A
insuficiência cardíaca (IC) é uma síndrome complexa.
1514.
Do
Uso.
1515.
Posologia.
1516.
Herceptin®
(trastuzumabe), que precisa ser usado junto com Perjeta, também deve ser
aplicado a cada 3 semanas.
1517.
Experiência
em estudos clínicos.
1518.
Conclusão.
1519.
ANTMONO
- ANTICORPOS MONOCLONAIS ANTINEOPLÁSICOS.
1520.
Um
anticorpo monoclonal (ou Mab do inglês "Monoclonal antibody").
1521.
Trastuzumab.
1522.
Liga-se
ao domínio IV do segmento extracelular do receptor HER2/neu.
1523.
Tratamento
com trastuzumabe pode causar disfunção cardíaca por lesão das células
miocárdicas. EMA/981900/2011 - EMEA/H/C/000278. Resumo do EPAR destinado ao
público.
1524.
Ofatumumab.
1525.
Liga-se
às alças pequena e grande da molécula CD20, estimulando o sistema complemento e
induzindo à morte celular.
1526.
Rituximab.
1527.
Liga-se
à molécula CD20, em ação similar ao ofatumumab.
1528.
Bevacizumab.
1529.
Bevacizumab
ou bevacizumabe é um fármaco utilizado como anticancerígeno. Panitumumab.
1530.
Panitumumab(INN),
ABX-EGF, anteriormente, é um anticorpo
monoclonal específico para o receptor do fator de crescimento epidérmico
(também conhecido como o receptor de EGF, EGFR, ErbB-1 em seres humanos e
HER1).
1531.
Anticorpo
monoclonal cuja ação inibe o receptor.
1532.
Cetuximab.
1533.
Anticorpo
monoclonal cuja ação inibe o receptor.
1534.
Tositumomab.
1535.
É uma
Imunoglobulina G (IgG2), com ação anti CD20.
1536.
Alemtuzumab.
1537.
Alvo
da droga é a glicoproteína CD52, presente na superfície dos linfócitos maduros.
1538.
Ibritumomab
tiuxetan.
1539.
Imunoconjugado
resultante de uma ligação covalente entre a tiouréia e o anticorpo (IgG1)
1540.
Gemtuzumab
Ozogamicina.
1541.
É um
derivado semissintético de caliqueamicina.
1542.
Eculizumab.
1543.
Imunoglobulina
IgG2 com alta afinidade pela proteína C5.
1544.
Farmacodinâmica.
1545.
Mecanismo
de ação.
1546.
trastuzumabe
é um anticorpo monoclonal humanizado.
1547.
Em
citologia, o termo receptors.
1548.
As
glicoproteínas são proteínas que contêm cadeias de.
1549.
As
glicoproteínas são também formadas no citosol.
1550.
As
glicoproteínas são facilmente marcadas com o corante PAS (ácido
periódico-Schiff.
1551.
AMPLIFICAÇÃO/AUMENTO
DA EXPRESSÃO DO HER2 NO CANCRO.
1552.
A
sequência habitual da transformação oncogênica.
1553.
A
amplificação do gene HER2.
1554.
HER2
O ESSENCIAL.
1555.
Os
receptores do HER parecem existir sob a forma de monômeros.
1556.
Farmacocinética.
1557.
Câncer
de mama.
1558.
ADVERTÊNCIAS
E PRECAUÇÕES.
1559.
Lista
Complementar Didática.
1560.
Outros
ANTINEOPLÁSICOS.
1561.
Bibliografia
Suplementar do Capítulo.
SUMÁRIO - Capítulo V - TOMO I - SUBTOMO II
Capítulo V - Judicialização da Saúde.
Intervenção da Justiça para assegurar tratamentos em Oncologia(Câncer)
1562.
1563.
1. JUDICIALIZAÇÃO DA SAÚDE –
Cancerologia x Oncologia: Farmacologia Clínica: Direito a vida e a cidadania.
1564.
2. As limitações orçamentárias.
1565.
3. Os protocolos, as listas de
medicamentos que são fornecidos.
1566.
4. Já a promoção do uso racional de
medicamento.
1567.
5. A assistência farmacêutica
compreende. Norma Legal I.
1568.
6. A Política Nacional de Medicamentos.
1569.
7. Políticas Públicas.
1570.
8. Políticas configuram decisões de
caráter geral.
1571.
9. Ministério da Saúde é o órgão do Poder
Executivo Federal.
1572.
10. MISSÃO.
1573.
11. Na política de medicamentos
1574.
12. ANEXOS NORMATIVOS CITADOS NO TEXTO.
1575.
13. LEI Nº 8.142, DE 28 DE DEZEMBRO DE
1990(Lei nº 8.689, de 1993)A participação da comunidade na gestão do Sistema
Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos
financeiros na área da saúde.
1576.
14. LEI Nº 8.689, DE 27 DE JULHO DE 1993.
Dispõe sobre a extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da
Previdência Social (Inamps).
1577.
15. DECRETO No 907, DE 31 DE AGOSTO DE
1993. Regulamenta a Lei n° 8.689 de 27 de julho de 1993, que dispõe sobre á
extinção do Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social
INAMPS, e dá outras providências.
1578.
16. POLÍTICA DE MEDICAMENTOS - A promoção das mencionadas discussões.
1579.
17. Preâmbulo a Política Nacional de
Medicamentos.
1580.
18. Imunobiológicos.
1581.
19. IMUNOBIOLÓGICOS ESPECIAIS.
1582.
20. Imunobiológicos Especiais e suas
indicações
1583.
21. Vacina inativada contra poliomielite
(VIP)
1584.
22. Vacina contra hepatite B (HB) e
imunoglobulina humana anti-hepatite B (IGHHB).
1585.
23. Imunoglobulina para indivíduos
suscetíveis.
1586.
24. Vacina contra varicela (VZ) e
imunoglobulina humana antivaricela-zoster (IGHVZ).
1587.
25. Vacina, pré-exposição: Leucemia
linfocítica aguda e tumores sólidos em remissão.
1588.
26. Vacina, pós- exposição.
1589.
27. Imunoglobulina, pós-exposição.
1590.
28. Vacina contra influenza, inativada
(INF).
1591.
29. Vacina contra Gripe” - HIV/AIDS.
1592.
30. Vacina contra meningococo conjugada –
C (MncC).
1593.
31. Vacinas contra Pneumococo
(polissacarídica 23 valente e conjugada 7 valente - Pn23 e Pnc7) - HIV/AIDS.
1594.
32. Observação.: Nos casos de
esplenectomia.
1595.
33. Vacina contra Haemophilus influenzae
do tipo b (Hib).
1596.
34. Vacina tríplice acelular (DTPa).
1597.
35. Vacina dupla infantil (DT).
1598.
36. Vacina contra hepatite A (HA) -
Hepatopatias crônicas.
1599.
37. Vacina Pentavalente celular (DTP+Hib +
HB).
1600.
38. ADVERTÊNCIA.
1601.
39. POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS.
1602.
40. PORTARIA Nº 2.682, DE 7 DE NOVEMBRO DE
2013.
1603.
41. Procedimentos e critérios para o
repasse de recursos financeiros.
1604.
42. DOS RECURSOS FINANCEIROS DE
INVESTIMENTO – PARA MEDICAMENTOS E OUTRAS AÇÕES.
1605.
43. Da Construção e Ampliação de Crf Nova
e Crf Ampliada.
1606.
44. Dos Prazos para Conclusão da Obra e
Início do Funcionamento da Crf Nova e da Crf Ampliada.
1607.
45. Da Aquisição de Material Permanente e
de Unidade Móvel para o Transporte de Imunobiológicos.
1608.
46. DA AVALIAÇÃO E DO MONITORAMENTO.
1609.
47. PORTARIA Nº 3.916, DE 30 DE OUTUBRO DE
1998.
1610.
48. Aprovar a Política Nacional de
Medicamentos.
1611.
49. O Sistema Único de Saúde do Brasil.
1612.
50. Os ideais históricos de civilidade, no
âmbito da saúde.
1613.
51. O sistema de saúde brasileiro, que
engloba estabelecimentos públicos e o setor privado de prestação de serviços.
1614.
52. As diretrizes da POLÍTICA DE
MEDICAMENTOS.
1615.
53. Relação de medicamentos essenciais.
1616.
54. Para ter acesso a um medicamento da
atenção básica.
1617.
55. A área de monitoramento de preços da
Anvisa oferece aos usuários a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais
(RENAME.
1618.
56. A Relação Nacional de Medicamentos
Essenciais (Rename).
1619.
57. Integram o elenco dos medicamentos
essenciais.
1620.
58. O Ministério da Saúde estabelecerá
mecanismos. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME 2013 - 8ª
edição.
1621.
59. Do Ministério da Saúde.
1622.
60. Política Nacional de Saúde.
1623.
61. A estrutura central do Ministério.
1624.
62. O Conselho Nacional de Saúde (CNS)
instância máxima de deliberação do Sistema Único de Saúde – SUS.
1625.
63. Aspectos de Historicidade Legal.
1626.
64. Estrutura Organizacional.
1627.
65. Plenário.
1628.
66. Mesa Diretora.
1629.
67. Presidência.
1630.
68. Comissões.
1631.
69. Grupos de Trabalho.
1632.
70. Secretaria-Executiva.
1633.
71. ADVERTÊNCIA.
1634.
72. RESOLUÇÃO Nº 407, DE 12 DE SETEMBRO DE
2008.
1635.
73. Regimento Interno do Conselho Nacional
de Saúde.
1636.
74. Do Conselho Nacional de Saúde.
1637.
75. Da Composição e da Organização.
1638.
76. Das Competências.
1639.
77. Do Plenário.
1640.
78. Da Condução dos Trabalhos no Plenário.
1641.
79. Dos Atos Emanados do Conselho Nacional
de Saúde.
1642.
80. Das Recomendações.
1643.
81. Ministério da Saúde - Unidades
Vinculadas.
1644.
82. Hemobrás.
1645.
83. LEI No 10.205, DE 21 DE MARÇO DE 2001.
1646.
84. Captação, proteção ao doador e ao
receptor.
1647.
85. DA POLÍTICA NACIONAL DE SANGUE,
COMPONENTES E HEMODERIVADOS.
1648.
86. DOS PRINCÍPIOS E DIRETRIZES.
1649.
87. DO CAMPO DE ATUAÇÃO.
1650.
88. DA DIREÇÃO E GESTÃO.
1651.
89. DO FINANCIAMENTO.
1652.
90. MENSAGEM Nº 232, DE 21 DE MARÇO DE
2001. Da Presidência da República.
1653.
91. Razões do veto.
1654.
92. Conceito de Rename.
1655.
93. Regulamentação sanitária de
medicamentos.
1656.
94. As ações de vigilância sanitária serão
gradualmente descentralizadas e transferidas. Reorientação da assistência
farmacêutica.
1657.
95. A aquisição e a distribuição, pelo
Ministério, dos produtos componentes da assistência farmacêutica básica.
1658.
96. A Resolução nº 338, de 6 de maio de
2004 do Conselho Nacional de Saúde.
1659.
97. Política Nacional de Assistência
Farmacêutica, estabelecida com base nos princípios.
1660.
98. Assistência Farmacêutica.
1661.
99. A Política Nacional de Assistência
Farmacêutica deve englobar os eixos estratégicos.
1662.
100. O modelo de assistência farmacêutica.
1663.
101. Atenção Farmacêutica é o conjunto de
ações,,
1664.
102. A assistência farmacêutica no SUS.
1665.
103. Conforme as diretrizes da OMS, o primeiro
passo para a efetiva implementação de uma política de medicamentos essenciais.
1666.
104. Seleção de Medicamentos.
1667.
105. Promoção do uso racional de medicamentos.
1668.
106. A Portaria nº 834, de 14 de maio de 2013
redefiniu o Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos
(CNPURM).
1669.
107. Conceitos relacionados.
1670.
108. Farmácia comunitária.
1671.
109. Acompanhamento farmacoterapêutico.
1672.
110. Intervenção farmacêutica.
1673.
111. Atendimento Farmacêutico.
1674.
112. Uso Racional de Medicamentos.
1675.
113. Dispensação.
1676.
114. Problemas relacionados ao medicamento.
1677.
115. A propaganda de produtos farmacêuticos.
1678.
116. PORTARIA Nº 834, DE 14 DE MAIO DE 2013.
Redefine o Comitê Nacional para a Promoção do Uso Racional de Medicamentos no
âmbito do Ministério da Saúde.
1679.
117. Revisão permanente da RENAME.
1680.
118. Norma Legal II.
1681.
119. PORTARIA N.º 33, DE 21 DE NOVEMBRO DE
2001. DO 234, de 10/12/2001. SECRETARIA DE POLÍTICAS DE SAÚDE - A revisão
permanente da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename.
1682.
120. ANEXO.
1683.
121. REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO TÉCNICA E
MULTIDISCIPLINAR DE ATUALIZAÇÃO DA RELAÇÃO NACIONAL DE MEDICAMENTOS ESSENCIAIS.
1684.
122. Da natureza e finalidade.
1685.
123. Das competências.
1686.
124. Da composição.
1687.
125. Do Funcionamento.
1688.
126. Cada ente da federação desenvolva sua
RENAME, ou Relação Estadual de Medicamentos Essenciais - RELEME.
1689.
127. Esta proposta didática baseia-se na
ultima edição da RENAME do Ministério da Saúde.
1690.
128. Uma lista de medicamentos essenciais não
cobre
1691.
129. Convenções.
1692.
130. Lista de abreviaturas.
1693.
131. Avaliando as informações anteriores
concluímos.
1694.
132. Projeto didático do autor do e-book.
1695.
133. A Lei de Acesso à Informação (Lei Federal
número 12.527, de 18 de novembro de 2011.)
1696.
134. Médicos e demais profissionais de saúde.
1697.
135. Direitos.
1698.
136. O paciente portador de neoplasias detêm
algumas prioridades e direitos, exemplos.
1699.
137. DIREITOS ASSEGURADOS AOS PACIENTES.
1700.
138. Aos pacientes, de qualquer doença, são
assegurados os seguintes direitos.
1701.
139. O direito dos pacientes com câncer ao
fornecimento de medicamentos pelo SUS.
1702.
140. Até a onde o cidadão tem direito ao
fornecimento estatal de medicamentos?
1703.
141. A Lei Federal número 8.080/90 - Lei
Orgânica da Saúde (LOS).
1704.
142. LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990.
Dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a
organização e o funcionamento dos serviços correspondentes.
1705.
143. DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE.
1706.
144. Dos Objetivos e Atribuições.
1707.
145. Dos Princípios e Diretrizes.
1708.
146. Judicialização da Saúde.
1709.
147. Do direito à informação.
1710.
148. DO ACESSO A INFORMAÇÕES E DA SUA
DIVULGAÇÃO.
1711.
149. DO PROCEDIMENTO DE ACESSO À INFORMAÇÃO.
1712.
150. Do Pedido de Acesso.
1713.
151. Dos Recursos.
1714.
152. DAS RESTRIÇÕES DE ACESSO À INFORMAÇÃO.
1715.
153. Da Classificação da Informação quanto ao
Grau e Prazos de Sigilo.
1716.
154. Dos Procedimentos de Classificação.
1717.
155. Das Informações Pessoais.
1718.
156. DAS RESPONSABILIDADES.
1719.
157. DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS.
1720.
158. MENSAGEM Nº 523, DE 18 DE NOVEMBRO.
1721.
159. Razões dos vetos.
1722.
160. Regulamenta a Lei no 12.527, de 18 de
novembro de 2011.
1723.
161. DECRETO Nº 7.724, DE 16 DE MAIO DE 2012 -
Regulamenta a Lei no 12.527, de 18 de novembro de 2011, que dispõe sobre o
acesso a informações previsto no inciso XXXIII do caput do art. 5o, no inciso
II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição.
1724.
162. ANEXO
- GRAU DE SIGILO.
1725.
163. Direito aos Medicamentos.
1726.
164. SAÚDE – ASSISTÊNCIA - MEDICAMENTO DE ALTO
CUSTO – FORNECIMENTO.
1727.
165. Exemplos.
1728.
166. A omissão estatal.
1729.
167. Cartilha sobre a organização do SUS.
1730.
168. Outras discussões são relevantes na
formação de políticas públicas na área da Saúde Pública Oncológica.
1731.
169. Vejamos.
1732.
170. JURISPRUDÊNCIA EM FARMACOLOGIA: ONCOLOGIA
x CANCEROLOGIA.
1733.
171. Referência Bibliográfica.
1734.
Sumário
Geral dos Subtomos I e II
1ª Edição 2014 – MAIO - 1ª Reedição 2014 –
OUTUBRO – Tema: Farmacologia
Clínica - Aplicada as Drogas Quimioterápicas - FORMAÇÃO CONTINUADA - EM SAÚDE -
Especialização em Oncologia - Formação Continuada Lato Sensu - Pesquisador
SUMÁRIO GERAL
VOLUME I
Subtomo I
1ª. Edição
publicada em maio de 2014.
Subtomo II
1ª. Edição lançado
em maio de 2014. Revisão em Junho, Julho, Agosto de 2014
Publicação do
Subtomo II em Setembro de 2014
Subtomo III
1ª. Edição lançado
em maio de 2014. Revisão em Junho, Julho, Agosto, Setembro de 2014. Publicação
do Subtomo III em Outubro de 2014
Professor César
Augusto Venâncio da Silva
1ª Edição 2014 – MAIO - 1ª Reedição 2014 –
OUTUBRO – Tema: Farmacologia
Clínica - Aplicada as Drogas Quimioterápicas - FORMAÇÃO CONTINUADA - EM SAÚDE -
Especialização em Oncologia - Formação Continuada Lato Sensu - Pesquisador
SUMÁRIO GERAL DO SUBTOMO I
SUMÁRIO GERAL DO SUBTOMO II
SUMÁRIO GERAL
SUMÁRIO DO
Capítulo VI
HPV – DST – Vírus e Câncer. Neoplasias e
suas diversidades
SUBTOMO III
DO VOLUME I DA
SÉRIE FARMACOLOGIA CLÍNICA DISPENSAÇÃO
MEDICAMENTOSA CANCEROLOGIA
FARMACOLOGIA CLÍNICA.
DISPENSAÇÃO MEDICAMENTOSA
CANCEROLOGIA.
TOMO I.
SUBTOMO III.
Tipos de Câncer, uso racional de
medicamentos.
Aspectos: Farmacoterápicos.
SUMÁRIO DO
Capítulo VI - HPV – DST – Vírus e
Câncer. Neoplasias e suas diversidades
1.
Etiologia
oncogênica.
2.
DST –
Vírus x Câncer.
3.
Conceito
do (HPV).
4.
Dos
gêneros.
5.
o
papiloma vírus humano.
6.
A
família Papovaviridae.
7.
Referência
Bibliográfica Temática – RBT.
8.
Nota
Técnica Conexa.
9.
Gardasil
( Merck & Co.)
10.
A
vacina Gardasil.
11.
Cervarix
é uma vacina contra certos tipos de cancro-causado pelo papilomavírus humano
(HPV).
12.
Vacina
contra HPV oncogênico (16 e 18, recombinante, com adjuvante AS04).
13.
A
Vacina contra HPV oncogênico tem como objetivo prevenir a infecção.
14.
A
Vacina contra HPV oncogênico é indicada em mulheres de 10 a 25 anos de idade.
15.
Riscos
do medicamento.
16.
Contra-indicações.
17.
A
duração da proteção não foi estabelecida.
18.
Uso
racional do Medicamento.
19.
Interações
medicamentosas.
20.
Características
farmacológicas.
21.
Propriedades
farmacodinâmicas.
22.
Mecanismo
de Ação.
23.
Os
subtipos mais comuns de HPV identificados no câncer cervical.
24.
Alerta
de Farmacovigilância para analise sujeita a revisão posterior.
25.
O
objetivo da vacina é proteger contra o aparecimento mais tarde do câncer
cervical.
26.
O
Ministério da Saúde da Inglaterra começou a vacinar meninas de 12 e 13 anos.
27.
A
medicação Cervarix.
28.
Os
riscos de tomar a vacina.
29.
Síndrome
de Guillain-Barre.
30.
Manifestações
clínicas da Síndrome.
31.
Sintomas
sensitivos.
32.
Aulas
virtuais conexas.
33.
Função
normal de oncogenes.
34.
Divisão
celular.
35.
A
mutação confere características oncogênicas às proteínas.
36.
VIROSES
ONCOGÊNICAS.
37.
VÍRUS
ONCOGÊNICOS.
38.
VÍRUS
LINFOTRÓPICOS PARA CÉLULA T DE HUMANOS.
39.
O
HTLV-1 é endêmico.
40.
O
HTLV-2.
41.
O
número exato de infectados pelo HTLV no mundo.
42.
Quatro
tipos distintos de vírus linfotrópicos para células T de humanos (HTLV).
43.
Vírus
linfotrópico de células T humanas é considerado Retroviridae.
44.
Patogênese.
45.
HTLV-1.
46.
HTLV-2.
47.
HTLV-1/Leucemia
de célula T do adulto (LTA).
48.
Paraparesia
Espástica Tropical/ Mielopatia Associada ao HTLV-1 (PET/MAH).
49.
Na
leucemia de célula T pilosa, o DNA proviral HTLV-1.
50.
Diagnostico
Laboratorial.
51.
Prevenção,
Controle e Tratamento.
52.
VÍRUS
DO PAPILOMA HUMANO.
53.
Os
papilomavírus (PVs) são classificados baseados na homologia da seqüência.
54.
Alpha-papilomavirus
infecta mucosa genital e não-genital.
55.
Os
gêneros Beta-, Gamma-, Mu- e Nu- papillomavirus.
56.
Os
HPVs que infectam o trato genital.
57.
O DNA
viral é uma fita dupla circular é composto por um capsídeo.
58.
O
desnudamento do capsídeo e a exposição do genoma viral.
59.
A
infecção latente representa a maioria das infecções pelo HPV.
60.
Processo
de formação de um carcinoma.
61.
O HPV
penetra na mucosa através de uma microfissura.
62.
Em
condições normais o DNA viral é uma dupla hélice circular.
63.
Resposta
imunológica.
64.
Manifestações
clínicas.
65.
As
manifestações clínicas são dividas em infecções causadas pelo vírus.
66.
Mucosas.
67.
Papilomatose
respiratotia recorrente.
68.
Infecção
oral: A infecção pode sem assintomática ou associada a lesões únicas 16.
69.
Papiloma
Conjuntival: Raro, ocorre em qualquer idade.
70.
Verrugas
anogenitais: Apresenta manifestações
como verrugas ou condilomas na vulva, meato uretral, pênis, períneo, ânus, colo
uterino e vagina.
71.
Diagnóstico
Laboratorial.
72.
Colposcopia.
73.
Citopatologia.
74.
Histopatologia.
75.
Microscopia
eletrônica: Revela a presença de partículas virais intracelulares.
76.
Imunocitoquímica.
77.
Testes
para a detecção do ácido nucléico viral.
78.
Epidemiologia,
tratamento e prevenção.
79.
A
prevenção seria a vacina que previne HPV do tipo 6, 11, 16 e 18.
80.
VÍRUS
EPSTEIN-BARR.
81.
linfoma
de Burkitt.
82.
tumores
malignos, como o linfoma de Burkitt, a doença de Hodgkin, o linfoma B e
ocarcinoma nasofaríngeo.
83.
Doença
de hodgkin ou linfoma de Hodgkin.
84.
Linfoma
não-hodgkin.
85.
Doença
linfoproliferativa associada ao cromossoma x.
86.
Conhecida
como síndrome de Duncam.
87.
O
gene do cromossoma X, que sofre a mutação nessa doença.
88.
Infecções
em pacientes imunocomprometidos.
89.
Leucoplasia
pilosa oral (LPO).
90.
Pneumonite
intersticial.
91.
Desordem
linfoproliferativas.
92.
Linfo-histiciose
hemafagocitica (LHH).
93.
Granulomatose
linfomatoide.
94.
Infecções
por EBV em pacientes imunocompetentes.
95.
Mononucleose
infecciosa (MI).
96.
Diagnostico
laboratorial.
97.
HERPESVIRUS
HUMANO TIPO 8(HHV-8).
98.
O
herpesvirus humano tipo 8 é associado ao sarcoma de Kaposi (SK).
99.
Diagnostico
laboratorial.
100.
Diversidade
tumoral.
101.
Heterogeneidade
tumoral.
102.
Heterogeneidade
tumoral na ocasião do diagnóstico.
103.
Bibliografia
Suplementar.
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